História personalizada

A Canção do Cheirinho de Terra

Para Ethan 13 dias atrás

Era uma tarde fresca em Balneário Camboriú. Ethan estava em casa com Alex. O ar entrava pela janela trazendo um cheirinho de terra fresca e um ventinho suave, deixando tudo bem aconchegante.

Ele sorriu, sentindo que queria fazer algo gostoso bem ali, junto com Alex.

Capítulo 1: O Primeiro Som no Violão

Ethan estava sentado no tapete da sala em Balneário Camboriú. O ar fresco entrava pela janela aberta e ele sentiu o cheirinho de terra bem de leve no nariz. A tarde estava com dezesseis graus e um ventinho suave que deixava tudo calmo. Ethan olhou para o violão encostado na parede e decidiu se levantar. Levantou devagar, com as perninhas firmes no chão. Deu passos lentos pela sala, sentindo o piso frio nos pezinhos. Chegou perto do violão e parou. A madeira era lisa e ele tocou com a mãozinha aberta, sentindo a textura. Depois segurou o braço do violão com uma mão e o corpo com a outra. Levantou o instrumento com cuidado, devagarinho, porque era grande para ele. O violão balançou um pouquinho mas Ethan segurou firme. Caminhou de volta até a janela aberta, passo a passo. O cheirinho de terra ficou mais forte perto dali e o ar úmido tocou o rosto dele. Ethan sentou no chão bem devagar, encostando as costas na parede. Colocou o violão no colo e ajustou várias vezes até ficar bom. O instrumento descansou sobre as pernas dele. Ethan passou a mão na madeira mais uma vez. Alex estava sentado ao lado o tempo todo, olhando com um sorriso calmo. Ethan sentiu o ar fresco vindo da janela e respirou fundo. O ventinho suave passou pelo cabelo dele. Lá fora o céu estava cheio de nuvens cinzentas, mas não tinha chuva. Ethan olhou para as cordas do violão. As cordas eram finas e ele tocou de leve com os dedinhos. Ajustou a posição do violão no colo mais uma vez. O cheirinho de terra continuava entrando e misturando com o ar da sala. Ethan ficou quietinho por um momento, sentindo o peso do instrumento. Alex continuou ao lado, sem se mexer, só observando. Ethan respirou o ar úmido de novo e sentiu o conforto de estar ali. Então ele dedilhou as cordas pela primeira vez. O som saiu claro: plim plim. O som vibrou no ar e Ethan parou para escutar. O plim plim ficou ecoando de leve na sala. Ethan ficou quieto, ouvindo o som misturar com o cheirinho de terra que vinha da janela. O ventinho suave continuava entrando. Ethan olhou para Alex e sorriu de leve. Alex sorriu de volta. Ethan passou os dedinhos nas cordas sem apertar, só sentindo. O ar fresco tocou as mãozinhas dele. Ethan ajustou o violão no colo mais uma vez, movendo devagar. O cheirinho de terra ficou mais presente. Ethan escutou o som vibrando ainda um pouco na cabeça dele. Ficou ali sentado, sentindo o colo quente com o violão e o ar úmido no rosto. Alex ficou perto, dando companhia. Ethan respirou fundo de novo e sentiu o conforto de ter feito o som plim plim pela primeira vez. O ventinho suave passou pela janela outra vez. Ethan mexeu os pezinhos no chão, sentindo o piso. O cheirinho de terra estava gostoso e ele ficou ali, quietinho, com o violão no colo e Alex ao lado.

Capítulo 2: Repetindo para Melhorar

Ethan olhou para o violão no colo e decidiu repetir o som. O cheirinho de terra ainda entrava pela janela aberta, forte e fresco. Ele colocou os dedinhos nas cordas de novo. Desta vez apertou um pouco mais forte para deixar o tom mais bonito. Dedilhou as cordas pela segunda vez. O som saiu um pouco diferente, mais firme. Ethan parou logo em seguida e escutou com atenção. O som vibrou no ar e ele balançou a cabeça devagar de um lado para o outro. Não estava exatamente como queria. Ethan ficou quietinho por um segundo, sentindo o ar úmido no rosto. O ventinho suave continuava entrando e o cheirinho de terra estava ali. Ele ajustou os dedinhos nas cordas, mudando só um pouquinho a posição. Depois mudou a velocidade dos dedos, tocando um pouco mais devagar. Dedilhou de novo. O som saiu um pouco melhor, mais redondo. Ethan parou e escutou com cuidado. O plim plim vibrou mais tempo no ar. Ele ficou concentrado, olhando para as cordas. O cheirinho de terra continuava vindo da janela e Ethan respirou fundo. Alex estava sentado ao lado, observando tudo com o mesmo sorriso calmo. Ethan mexeu os dedinhos de leve, sentindo a diferença no aperto das cordas. O ar fresco tocou as mãozinhas dele e ele ajustou o violão no colo. Repetiu o movimento mais uma vez, mudando só a velocidade dos dedos de novo. O som saiu mais bonito que o anterior. Ethan parou, escutou e balançou a cabeça devagar. Desta vez pareceu melhor. Ele ficou mais concentrado, com o olhar fixo nas cordas. O cheirinho de terra misturava com o som e deixava tudo aconchegante. Ethan respirou o ar úmido outra vez e sentiu o conforto da janela aberta. Alex continuou ao lado, perto o suficiente para Ethan sentir a companhia. Ethan passou a mão na madeira do violão, sentindo a textura lisa. O ventinho suave passou pela janela e tocou o rosto dele. Ele ajustou os dedinhos mais uma vez, apertando só um pouquinho diferente. Dedilhou de novo, mudando a velocidade dos dedos. O som saiu mais claro. Ethan parou e escutou com atenção total. O plim plim vibrou no ar e ele sorriu de leve. O cheirinho de terra estava presente o tempo todo. Ethan ficou quietinho, concentrado no som que tinha acabado de fazer. O ar fresco entrava e saía pela janela. Ele mexeu os pezinhos no piso, sentindo o chão. Alex ficou ali, observando com calma. Ethan respirou fundo mais uma vez, sentindo o cheirinho de terra misturar com o som que vibrava ainda um pouco. Ficou mais concentrado a cada vez que o som saía. O ventinho suave continuava passando. Ethan ajustou o violão no colo devagar, sentindo o peso nele. O ar úmido tocou as mãozinhas dele de novo. Ele ficou ali, quietinho, com o violão e o cheirinho de terra ao redor.

Capítulo 3: A Criatividade no Toque

Ethan ficou quietinho no tapete, com o violão ainda no colo. O ar fresco entrava pela janela e trazia o cheirinho de terra bem de leve. Ele olhou para as cordas e pensou em mudar o jeito de tocar agora, na terceira vez. Queria fazer algo diferente, algo que ele mesmo inventasse. Colocou os dedinhos nas cordas com cuidado e começou devagar. Passou um dedo bem lento em uma corda só, fazendo um som longo: plimmmm. Depois mexeu os outros dedinhos mais rápido nas cordas de baixo, criando um ritmo que parecia pular e dançar no ar. O som saiu diferente, como se estivesse correndo atrás do vento lá fora.

Ele parou um segundo, ouviu o som vibrando e balançou a cabeça. O cheirinho de terra estava mais forte agora, vindo direto da janela aberta. Ethan olhou para fora, viu o céu cinza e sentiu o ventinho suave no rosto. Pensou no cheirinho enquanto o som ainda ecoava. Começou a murmurar baixinho uma palavrinha simples junto com a música: “terra”. Repetiu “terra” em alguns momentos, testando como ficava misturado com o plim das cordas. O som dançava mais alegre quando ele falava a palavra devagar.

O pai Alex continuava sentado ao lado. Ele encostou o braço no ombro de Ethan de leve, sem apertar, só para ficar perto. Ethan sentiu o carinho do toque e sorriu sem parar de mexer os dedinhos. Ajustou a velocidade outra vez: devagar na corda de cima, rápido nas outras. O som agora parecia uma dançinha pequena, pulando de um lado para o outro da sala. Ele errou um pouquinho na força dos dedos, a corda fez um barulhinho mais baixo. Ethan riu baixinho, parou, mudou a mão de lugar e tentou de novo logo em seguida. Dessa vez o som ficou mais bonito, parecendo dançar com o ventinho.

Ele mudou um pouco a posição do violão no colo, deixando ele mais firme. O tapete macio estava embaixo das pernas, e o ar fresco tocava seu rosto de novo. Ethan murmurou “terra” mais uma vez, combinando com o ritmo que inventou. Olhou para as próprias mãozinhas e viu como os dedinhos se mexiam devagar e rápido. O cheirinho de terra entrava forte, misturando com o som. Ele testou murmurar a palavra em outro momento da música, mais rápido, e gostou do jeito que ficou. Alex manteve o braço no ombro, quietinho, olhando com um sorriso calmo.

Ethan não parava. Repetiu a variação três vezes seguidas, mudando só um dedinho de lugar para ver se melhorava. O som dançava melhor a cada vez. O cheirinho de terra continuava vindo da janela, e ele murmurou “terra” junto, sentindo que a música combinava com o ar fresco da tarde. O dia estava com dezesseis graus, úmido e aconchegante. Ethan balançou o corpo levemente com o ritmo que criou. Alex encostou o braço um pouquinho mais, dando força sem falar nada. Ethan sentiu o conforto e continuou ajustando os dedos, perseverando para deixar o som ainda mais bonito.

Ele olhou para fora outra vez, viu as nuvens cinzentas e sentiu o ventinho passar. Murmurou “terra” devagar, fazendo o som dançar por mais tempo. O violão vibrava no colo, e o cheirinho de terra parecia fazer parte da música. Ethan mudou a velocidade dos dedinhos mais uma vez, devagar na primeira corda, rápido nas outras, e o som saiu dançando alegre. Alex ficou perto o tempo todo, com o braço no ombro. Ethan terminou a terceira repetição, respirou fundo e sorriu, sentindo que tinha inventado algo novo e gostoso.

Capítulo 4: A Letra e o Abraço

Ethan respirou fundo e decidiu repetir tudo de novo, agora pela quarta vez. O cheirinho de terra entrava forte pela janela, e ele queria que o som ficasse ainda mais bonito. Colocou os dedinhos nas cordas com cuidado, lembrando da variação que inventou. Passou devagar em uma corda e rápido nas outras, fazendo o som dançar como antes. O ritmo saiu mais bonito dessa vez, como se tivesse melhorado sozinho. Ethan murmurou baixinho as palavras que pensou: “Cheirinho de terra, cheirinho bom”. Cantou devagar, repetindo a letrinha simples enquanto o som saía do violão.

Ele cantou de novo, mais baixo: “Cheirinho de terra, cheirinho bom”. A voz misturou com o plim das cordas, e o som pareceu ficar ainda mais gostoso. O ventinho suave entrava pela janela, trazendo o cheirinho fresco de novo. Ethan balançou a cabeça devagar, sentindo o ritmo. Mudou um pouquinho a força dos dedos para deixar o som mais claro. Cantou a letrinha mais uma vez, testando como ficava com o som dançando. O pai Alex continuou com o braço no ombro dele, quietinho e perto. Ethan sentiu o carinho e continuou cantando baixinho, repetindo “Cheirinho de terra, cheirinho bom” até o final da música.

Quando terminou, ele guardou o violão com cuidado no colo, segurando as cordas para não fazer barulho. Olhou para o instrumento e sorriu, sentindo que tinha melhorado a brincadeira. O cheirinho de terra ainda estava no ar, misturado com o som que ele criou. Ethan mudou a posição do violão de leve, deixando ele bem firme no colo antes de soltar. O tapete estava macio embaixo, e o ar fresco da tarde continuava aconchegante. Ele respirou o cheirinho de terra mais uma vez e pensou em como a música tinha ficado bonita depois de tantas tentativas.

Ethan se levantou devagar, colocando o violão no tapete com muito cuidado. Olhou para o pai Alex e deu um passo pequeno na direção dele. Abraçou o pai bem forte, sentindo o calor do abraço e o conforto de ter ficado ali até o final. Alex retribuiu o abraço devagar, segurando o menino com carinho. Ethan apertou mais um pouquinho, agradecido por ter persistido na música junto com ele. O cheirinho de terra entrava pela janela, e o ventinho suave tocava as costas dos dois. Ethan sentiu o corpo relaxar no abraço, feliz por ter repetido o som quatro vezes e melhorado cada vez mais.

Ele ficou no abraço por um tempinho, sentindo o cheirinho de terra e o ar fresco. O dia estava calmo, com dezesseis graus e nuvens cinzentas lá fora, sem chuva. Ethan murmurou baixinho “Cheirinho de terra, cheirinho bom” mais uma vez, agora só para ele e o pai. Alex deu um tapinha leve nas costas, e Ethan sorriu, apertando o abraço. Sentiu um conforto especial por ter inventado a variação, cantado a letrinha e não desistido até o som ficar bonito. O violão estava guardado no tapete, e a sala estava quieta, só com o ventinho entrando. Ethan ficou ali, abraçado, sentindo que tinha criado algo bom junto com Alex e que valia a pena ter perseverado até o final.

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