História personalizada

A Piscina Fresca da Banheira

Para Ethan 2 dias atrás

Era uma noite fresca e agradável, com o céu limpo e uma brisa leve que entrava pela janela do banheiro. Ethan ficou animado ao ver a banheira cheia de água, sentindo o cheirinho bom que subia devagar.

O pai Alex ficou por perto, pronto para ajudar. Juntos, eles iam transformar o banho em uma brincadeira especial de piscina.

Capítulo 1: Entrando na Água Imaginária

Ethan se aproximou da banheira com um passo calmo, olhando a água que refletia a luz suave da lâmpada. A noite lá fora estava fresca, com a brisa leve entrando pela janela e mexendo um pouco a cortina branca. Ele parou ao lado do banquinho, colocou as duas mãos na beirada dele e subiu devagar, primeiro o joelho direito, depois o esquerdo, sentindo o equilíbrio para não cair. Alex ficou perto, só observando. Ethan desceu uma perna na água morna e testou com o pé, mexendo os dedos para sentir a temperatura. Depois colocou a outra perna e entrou aos poucos, sentindo a água subir pelas canelas, pelos joelhos e chegar até a cintura. Ele ficou ali quietinho um instante, sentindo o corpo leve dentro da água. Olhou para Alex e disse com voz baixinha: “Pai, agora eu tô na piscina grande”. Com disciplina, ele começou a mover os braços devagar, fazendo o primeiro movimento de nado bem devagarinho. Ele imaginou peixes coloridos ao redor, nadando juntos na água clara da banheira que virava piscina. A água estava fresca como a brisa que entrava pela janela, tocando seu rosto e seus ombros. Ethan sorriu, sentindo o toque suave na pele. Ele ajustou o corpo, mudando um pouco as pernas para ficar mais firme dentro da banheira. A brisa trouxe cheirinho de sabonete misturado com ar fresco da noite. Ethan moveu os braços de novo, bem devagar, sentindo como a água balançava de leve ao redor dele. “Olha os peixinhos nadando”, falou baixinho, apontando para um canto da banheira. Ele parou um segundo, ajeitou a mão na borda para não escorregar e continuou o movimento, concentrado em fazer tudo com cuidado. A sensação da água fresca na pele fazia ele querer ficar mais um pouco. Ethan respirou fundo, sentiu a brisa no rosto e repetiu o gesto dos braços pela primeira vez, mudando só um pouquinho a direção para ver como a água se mexia. Alex sorriu de leve e Ethan respondeu com outro sorrisinho, satisfeito por estar controlando bem a brincadeira. Ele tocou a água com a ponta dos dedos, sentiu ela escorrendo pela pele e guardou essa sensação gostosa. A noite continuava fresca lá fora, mas dentro da banheira a água morna deixava tudo confortável. Ethan mudou a posição dos pés de novo, sem pressa, para ficar bem no meio da banheira. Ele olhou de novo para Alex e disse: “A piscina é bem grande hoje”. Depois voltou a mexer os braços devagar, imaginando que os peixes coloridos estavam nadando mais perto. A brisa leve passou pela janela outra vez, trazendo mais frescor para a pele molhada. Ethan sorriu de novo, sentindo o corpo relaxando dentro da água.

Capítulo 2: As Braçadas que se Repetem

Ethan repetiu o movimento dos braços pela segunda vez, desta vez um pouco mais devagar para não deixar a água sair da banheira. Ele mudou um pouquinho a força, sentindo os ombros molhados e a água balançando suave ao redor do corpo. Com disciplina, ele observou cada gota que subia e descia, ajustando o jeito de virar as mãos para manter tudo dentro. “Olha só, pai, não espirrou!”, falou com honestidade, mostrando que tinha cuidado para manter tudo dentro. A repetição já estava divertida e ele fez o terceiro movimento com um sorrisinho, mudando só o jeito de virar as mãos. A água tocou seu queixo de leve e Ethan parou um instante para sentir a brisa que entrava pela janela misturada com o cheirinho bom do sabonete. Ele ajustou os pés no fundo da banheira, trocando de lugar devagar para ficar mais estável. Alex estava ali perto, e Ethan olhou para ele de novo, sentindo orgulho de ter feito os movimentos com tanto cuidado. Ele repetiu o gesto dos braços mais uma vez, agora virando as palmas para cima, e observou que a água só balançou de leve. “A piscina está bem fresca”, disse baixinho, sentindo a brisa tocar seu rosto molhado. Ethan pegou um pouco de água com as mãos e deixou escorrer devagar entre os dedos, vendo como as gotas voltavam para dentro da banheira sem cair fora. Ele mudou a força dos braços outra vez, fazendo o movimento mais suave, e sorriu quando a água não espirrou. A sensação na pele era boa, fresca e macia ao mesmo tempo. Com honestidade, ele falou de novo: “Eu fiz direitinho, pai”. Ethan ajeitou o corpo, sentindo os ombros mais molhados agora, e repetiu o nado imaginário pela quarta vez, mas bem calmo. A brisa leve da noite entrou de novo pela janela, trazendo ar fresco que misturou com a água. Ele riu baixinho, mudou só um dedo na mão para ver a diferença no balanço da água e gostou do resultado. Ethan tocou a borda da banheira com uma mão para se firmar, depois voltou a nadar devagar, sentindo o corpo inteiro leve e limpo. A água continuava fresca como a brisa, e ele ficou ali mais um pouco, repetindo o movimento com a mesma disciplina, mudando só a velocidade para não fazer bagunça. Alex ficou por perto o tempo todo e Ethan olhou para ele, sentindo que a brincadeira estava ficando cada vez mais gostosa. Ele guardou as mãos embaixo da água por um segundo, sentiu a temperatura fresca e depois continuou o nado, sempre com cuidado. A noite lá fora permanecia agradável, com o céu limpo e a brisa leve entrando sem parar. Ethan sorriu de novo, sentindo o corpo relaxado depois de repetir os movimentos com tanto controle.

Capítulo 3: A Música dos Peixinhos

Ethan sentiu a água subir devagar até tocar seu queixo, e parou um instante com os braços parados na superfície. Ele ajustou o corpo devagar, sentando um pouco mais reto para não deixar a água escapar pela beirada da banheira. Olhando para o pai Alex que estava ao lado, disse baixinho: “Pai, a água chegou aqui no meu queixo”. Com cuidado, ele esticou uma mão para fora e pegou o patinho de borracha que boiava perto, dando uma voltinha nele antes de soltá-lo de novo na água. A noite continuava fresca, e a brisa leve entrava pela janela, balançando a cortina branca devagar.

Ele começou a cantar baixinho a musiquinha sobre os peixinhos, repetindo as palavras com voz calma: “Peixinho nada, nada, nada, na água fresca da piscina”. Enquanto cantava, repetiu o movimento dos braços pela quarta vez, agora mais devagar e controlado do que nas vezes anteriores. Os braços entravam na água e saíam devagar, fazendo ondas pequenas que não passavam da borda. “Eu fiz bem devagar dessa vez, não espirrou nada”, falou com honestidade, olhando direto para o pai Alex para mostrar que estava falando a verdade sobre o que tinha feito.

O pai Alex sorriu e cantou junto com ele, repetindo a mesma musiquinha em voz baixa: “Peixinho nada, nada, nada, na água fresca da piscina”. Ethan ouviu o pai e sorriu, mudando um pouquinho o jeito de virar as mãos dentro da água para sentir melhor o movimento. Ele esticou as pernas devagar, imaginando que estava nadando na piscina grande como gostava, e a água fresca tocava sua pele com uma sensação gostosa e leve. A disciplina dele apareceu quando ele parou o movimento dos braços por um segundo só para ver se a água ficava parada, depois continuou com calma.

A surpresa chegou quando a brisa da janela soprou mais forte por um momento e misturou com o cheirinho doce do sabonete que estava na borda da banheira. Ethan respirou fundo e disse: “Pai, o vento e o sabonete parecem coisa de piscina de verdade”. Ele repetiu um pedacinho da música mais uma vez, agora ainda mais calmo, enquanto o pai Alex cantava junto e batia palminhas leves na beirada para acompanhar. Ethan pegou um pouco de espuma com as pontas dos dedos e soprou devagar, vendo as bolinhas voarem e caírem de volta na água sem fazer barulho.

Ele sentiu o corpo mais leve e relaxado com a água morna ao redor, e ajustou a posição das pernas para ficar mais confortável. Com honestidade, falou: “Eu gosto quando você canta junto, pai, fica mais bonito”. O pai Alex respondeu cantando o final da musiquinha outra vez, e Ethan repetiu o último “nada, nada, nada” junto, sorrindo enquanto via o patinho boiar ao redor do braço dele. A brisa continuava entrando, trazendo mais do cheirinho bom do sabonete, e Ethan ficou quietinho por um instante só sentindo tudo aquilo, com os braços parados e o corpo tranquilo na água.

Ele olhou para a janela e viu o céu limpo lá fora, depois voltou a olhar para o pai Alex e disse: “A água está fresca como a brisa, pai”. Com um gesto cuidadoso, ele empurrou o patinho devagar para o canto da banheira e repetiu o movimento dos braços uma última vez, bem calmo, para terminar a brincadeira de nado. O pai Alex cantou o refrão mais uma vez em voz baixa, e Ethan acompanhou com um sorrisinho, sentindo o cheirinho do sabonete se misturar ainda mais com a brisa fresca que entrava. Ele ficou ali mais um pouco, com o corpo mole e contente, imaginando que tinha nadado de verdade na piscina que tanto gostava.

Capítulo 4: Saindo Limpo e Tranquilo

Ethan decidiu que era hora de sair da banheira e esticou uma mão para o pai Alex, segurando firme para não escorregar na borda molhada. Ele saiu devagar, um pé de cada vez, sentindo a água escorrendo pelo corpo enquanto o pai Alex o ajudava a passar a perna por cima da beirada com cuidado. No chão, ele ficou paradinho por um segundo para firmar os pezinhos no tapete, ainda segurando a mão do pai Alex até ter certeza de que não ia cair. A noite continuava fresca, com a brisa leve entrando pela janela e tocando sua pele molhada.

Com um gesto carinhoso, ele pegou a toalha que estava dobrada no banquinho e começou a se secar sozinho, passando o pano primeiro nos braços e depois no peito. “Eu seco sozinho, pai”, falou com honestidade, mostrando que queria fazer a parte dele. Ele secou as pernas devagar, sentindo o corpo todo relaxado e cheiroso depois do banho, e parou um instante para cheirar o próprio braço, sorrindo porque o sabonete ainda estava ali. O pai Alex ficou perto, mas Ethan fez tudo com calma, sem pressa, dobrando a toalha em pedaços menores para alcançar as costas.

Antes de sair do banheiro, ele olhou para o patinho de borracha que ainda boiava na água e esticou o braço para pegá-lo. Com cuidado, guardou o patinho no canto da prateleira onde ficavam os brinquedos do banho, colocando ele deitado de lado para não cair. “Guardei o patinho certinho, pai”, disse com honestidade, virando o rosto para mostrar que tinha feito a tarefa sem esquecer. Ele deu um passo para trás e viu que tudo estava no lugar, sentindo o corpo limpo e leve depois de toda a brincadeira na água.

Ethan deu um abraço apertado no pai Alex, segurando forte por alguns segundos e encostando a cabeça no peito dele. “Obrigado por cuidar da água comigo, pai”, falou baixinho, apertando mais o abraço para mostrar gratidão de verdade. O pai Alex devolveu o abraço com carinho, e Ethan ficou ali mais um pouco sentindo o calor e o cheirinho bom que restava no ar. Ele soltou devagar, pegou a toalha de novo para secar os pezinhos e deu mais um passo em direção à porta do banheiro.

A brisa da noite entrava ainda mais agora que a porta estava entreaberta, e Ethan sentiu o corpo todo fresco e pronto para dormir. Ele olhou uma última vez para a banheira vazia e para o patinho guardado no canto, depois pegou a mão do pai Alex para caminhar devagar até o quarto. A noite estava tranquila, com o céu limpo lá fora e a casa quieta, e Ethan caminhou com passos calmos, sentindo as pernas relaxadas depois do banho. Antes de entrar no quarto, ele parou e disse: “Agora eu tô limpo e cheiroso, pai”, com a voz calma de quem tinha terminado o dia com cuidado.

Ele subiu na cama devagar, puxando o cobertor até o peito e sentindo o corpo afundar no colchão. O pai Alex apagou a luz do banheiro e ficou por perto, e Ethan fechou os olhos sentindo o cheirinho do sabonete ainda na pele. A brisa leve continuava entrando pela janela do quarto, e ele respirou fundo uma vez, contente por ter brincado na piscina da banheira sem espirrar água e por ter guardado tudo no final. A noite estava pronta para o sono tranquilo, com o corpo limpo, o coração calmo e a casa em silêncio.

Voltar para o início