História personalizada

Abraços de Obrigado no Final da Tarde

Para Ethan 25 dias atrás

Era o final de uma tarde nublada em Balneário Camboriú. O ar fresco entrava pela janela, trazendo o cheiro de terra molhada e fazendo as folhas se mexerem devagar com o ventinho leve.

Ethan estava em casa com Alex. Depois de uma brincadeira gostosa, ele sentia uma vontade quentinha de mostrar como era grato.

Capítulo 1: Guardando o Carrinho

Ethan terminou de brincar com o carrinho vermelho no tapete da sala. Ele empurrou o carrinho devagar até a caixa de brinquedos que ficava ao lado do sofá. O ar fresco entrava pela janela e trazia o cheiro de terra molhada, fazendo as folhas das árvores balançarem lá fora. Ethan sentiu o ventinho leve na nuca enquanto se agachava. Ele pegou o carrinho com as duas mãos e olhou para dentro da caixa para ver onde cabia melhor. O tapete macio fazia seus pés descalços afundarem um pouquinho a cada passo.

Com cuidado, Ethan colocou o carrinho dentro da caixa. O brinquedo encostou em um bloco de madeira e parou. Ethan empurrou de leve para que o carrinho ficasse bem no fundo. Ele testou com a mão para ver se nada saía do lugar. Tudo parecia certo. Depois, Ethan segurou a tampa da caixa com as duas mãos e começou a empurrar devagar. A tampa era um pouco pesada e ele parou no meio do caminho para ajustar os dedos. Empurrou mais um pouquinho, parou de novo para olhar se algum brinquedo estava saindo pela beirada. Nada caiu. Ele continuou empurrando até a tampa ficar bem fechada. A caixa fez um barulhinho baixo quando fechou por completo.

Ethan respirou fundo e sentiu o ar úmido na pele. Ele olhou para o pai Alex sentado no sofá. Alex estava quieto, olhando para o lado da janela. Ethan deu um passinho para trás e depois outro passinho para o lado, só para ver se a caixa continuava firme. Tudo estava no lugar. Ele respirou mais uma vez e sentiu o cheirinho fresco que vinha da janela. Com a responsabilidade de ter guardado tudo, Ethan deu dois passinhos firmes na direção do sofá. Seus pés fizeram um som suave no tapete. Ele parou bem perto do pai Alex e ergueu o rosto. A vontade de agradecer estava forte dentro dele, como quando ele tenta de novo até conseguir o que planejou. Ethan ficou ali dois segundos, balançando um pouquinho o corpo, sentindo o ventinho na nuca de novo. Ele decidiu que era hora de mostrar gratidão. Com passos calmos, deu mais dois passinhos até encostar no sofá. O ar fresco continuava entrando e as folhas continuavam se mexendo devagar lá fora. Ethan olhou para o pai Alex com determinação, pronto para dar o abraço que tinha guardado no coração depois da brincadeira gostosa.

Capítulo 2: O Primeiro Abraço

Ethan esticou os bracinhos bem abertos e deu um passo pequeno para frente. Ele chegou perto do pai Alex e envolveu o corpo dele com os dois braços. O abraço ficou bem apertado, como quando ele segura o violão de brinquedo para não deixar cair. Ethan disse bem clarinho, com a voz que saía fácil: “Obrigado pela brincadeira, pai”. As palavras saíram curtinhas e quentes. Ele sentiu o calor do abraço subir pelo peito e pelos braços. O cheirinho da camisa do pai Alex era bom, misturado com o ar fresco que vinha da janela. Ethan ficou ali um pouquinho só, sem soltar. Os olhos dele se fecharam devagar e um sorriso apareceu na boca.

O ventinho leve tocou a nuca de Ethan de novo enquanto ele permanecia abraçado. Ele ajustou um pouco os braços, apertando mais um pouquinho para sentir o calor melhor. O sofá fazia um barulhinho suave quando Ethan se apoiou nele com os joelhos. Ele respirou fundo e sentiu o cheiro de terra molhada que entrava pela janela junto com o ar fresco. Ethan repetiu o gesto de apertar os braços, mas bem de leve, só para ter certeza de que o abraço estava certo. O corpo dele ficou quentinho todo. Ele abriu os olhos por um segundo, viu o rosto do pai Alex e fechou de novo, sorrindo mais. O cheirinho da camisa continuou ali, misturado com o cheiro bom de casa.

Ethan ficou mais um pouco no abraço, balançando o corpo devagar de um lado para o outro. O ar úmido tocava sua pele e as folhas das árvores se mexiam lá fora com o vento. Ele pensou em como era bom ter guardado o carrinho antes e agora poder agradecer. Com responsabilidade, Ethan manteve os bracinhos no lugar até sentir que tinha mostrado tudo o que queria. O sorriso continuou no rosto e ele deu um suspiro contente. O pai Alex não se mexeu, só ficou ali recebendo o abraço apertado. Ethan sentiu o calor subir mais um pouco e apertou os olhos de novo, gostando da sensação de estar perto. O vento leve entrou mais uma vez pela janela e trouxe o cheiro fresco de terra molhada. Ethan ficou quietinho, aproveitando o momento, com o corpo quentinho e o coração satisfeito depois de ter guardado o brinquedo e agora dar o obrigado de verdade.

Capítulo 3: Repetindo com o Sorriso

Ethan olhou para o rosto do pai Alex e viu o sorriso largo que apareceu depois do primeiro abraço. O sorriso fez Ethan se sentir ainda mais quentinho por dentro. Ele deu um passo pequeno para frente, sentindo o tapete macio embaixo dos pés descalços. O ar fresco da janela entrava devagar, trazendo o cheiro de terra molhada e fazendo as cortinas balançarem de leve. Ethan esticou os bracinhos de novo, desta vez com mais firmeza, e envolveu o pai Alex num abraço apertado. Ele falou com a voz mais alta e alegre: “Obrigado de novo, pai”. As palavras saíram claras e ele sentiu o peito do pai Alex subir e descer devagar enquanto respirava. Os braços do Ethan ficaram em volta do corpo grande e seguro, e ele apertou um pouquinho mais, como se quisesse guardar aquele momento. O vento bateu suave na janela e as folhas lá fora fizeram um barulhinho leve, quase como uma canção.

Depois de alguns segundos, Ethan soltou o abraço devagar, deu meio passo para o lado e olhou de novo para o pai Alex. O sorriso continuava lá, e isso deixou Ethan ainda mais decidido. Ele pensou que precisava agradecer direito, com responsabilidade, para mostrar como tinha gostado da tarde de brincadeiras. Com determinação, ele deu mais um passo à frente, ajustou a posição dos pés no tapete e esticou os bracinhos outra vez. Desta vez mudou só um pouquinho as palavras, falando: “Muito obrigado pela brincadeira, pai”. A voz saiu ainda mais animada, quase cantada. Os braços envolveram o pai Alex de novo, sentindo o tecido macio da camisa e o calor que saía dele. Ethan balançou o corpo de leve para frente e para trás, acompanhando o ritmo do vento que movia as cortinas. O cheiro de terra molhada ficava mais forte a cada lufada que entrava pela janela aberta.

Ele ficou abraçado um pouco mais tempo, sentindo o corpo quentinho e seguro. Quando soltou, Ethan deu um passinho para trás, mas logo voltou com outro passo pequeno, testando se o abraço ainda ficava bom. Ele ajustou os braços, colocou a cabeça de lado para ouvir o coração do pai Alex batendo devagar e repetiu baixinho: “Obrigado de novo, pai”. Cada vez que repetia, mudava um detalhe: primeiro a força do abraço, depois a altura da voz. Ethan sentia que estava fazendo certo, com responsabilidade, porque queria que o pai Alex soubesse como ele era grato. O vento soprou mais forte por um instante e as cortinas voaram um pouco para dentro da sala, roçando de leve no ombro dele. Ethan riu baixinho, sem soltar o abraço, e apertou os bracinhos mais uma vez. O tapete estava um pouco frio embaixo dos pés, mas o calor do abraço compensava tudo. Ele tentou de novo, mudando só a ordem das palavras: “Pai, obrigado pela tarde”. A repetição não era cansativa; cada vez Ethan se sentia mais contente e mais seguro de que tinha feito a coisa certa. O ar úmido da tarde nublada entrava pela janela, e ele fechou os olhos por um segundo, sentindo o cheiro fresco e o carinho do abraço que não parava de voltar.

Capítulo 4: A Musiquinha Final

Depois dos abraços repetidos, Ethan deu uma corridinha pequena até a prateleira baixa que ficava perto do sofá. Ele esticou o braço, pegou o violão de brinquedo com as duas mãos e segurou firme para não deixar cair. O instrumento de plástico era azul e leve, com cordas que faziam um som macio quando tocadas. Ethan voltou correndo até perto do pai Alex, sentindo o vento leve na nuca e o cheiro de terra molhada que ainda entrava pela janela. Ele subiu devagar no colo do pai Alex, ajudado pelas mãos grandes que o seguraram com cuidado, e sentou com as pernas cruzadas. O violão foi colocado no colo dele, e Ethan dedilhou as cordas de plástico uma vez, fazendo um som baixinho que encheu a sala. Ele balançou o corpo devagar para um lado e para o outro, acompanhando o ritmo do vento que movia as cortinas.

Com a voz suave, Ethan começou a cantar uma musiquinha que inventou na hora, usando palavras simples que repetia com carinho: “Obrigado, pai, obrigado pela brincadeira”. Ele dedilhou as cordas de novo, mudando o ritmo devagar, e cantou mais uma parte: “Obrigado de novo, pai, obrigado pela tarde”. O som do violão era de plástico, mas Ethan cantava como se fosse música de verdade, balançando o corpo e sorrindo enquanto as palavras saíam. O pai Alex bateu palminhas devagar, marcando o tempo, e Ethan repetiu o refrão que tinha criado, mudando só um pouquinho: “Obrigado, pai, pela caixa de brinquedos”. Cada verso saía mais animado, e ele dedilhava as cordas com mais cuidado, sentindo os dedinhos quentinhos. O vento continuava entrando, trazendo frescor e fazendo as folhas lá fora balançarem devagar, como se também estivessem ouvindo a musiquinha.

Ethan cantou mais uma vez o pedacinho que inventou, agora com a voz ainda mais baixa e carinhosa: “Obrigado, pai, por ficar comigo”. Ele balançou o corpo devagar, sentindo o colo seguro do pai Alex e o calor que vinha dele. As palminhas do pai Alex ficaram mais ritmadas, e Ethan sorriu, repetindo o último verso duas vezes só para ouvir o som gostoso. O violão de brinquedo fez um último som suave quando ele parou de dedilhar, e Ethan ficou quietinho no colo, respirando devagar. A sala ficou cheia de um sentimento gostoso de amor e contentamento, com o cheiro de terra molhada misturado ao calor dos abraços e da música que ainda parecia flutuar no ar. Ethan guardou o violão no colo, olhou para o pai Alex e deu um sorrisinho pequeno, sentindo que tudo tinha ficado certo. O vento leve continuou a entrar pela janela, balançando as cortinas e trazendo mais frescor para a tarde nublada em Balneário Camboriú.

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