Num dia cinza e fresco em Balneário Camboriú, Ethan estava em casa com o pai Alex. O vento lá fora fazia as folhas dançarem devagar, e um cheirinho leve de mar entrava pela janela, deixando o ar bem macio e calmo.
Ethan sentia o fresquinho na pele e olhava o céu todo fechado, como se o dia pedisse para ficar juntinho. O pai Alex estava por perto, com um jeito de quem guardava algo gostoso para fazerem juntos.
Capítulo 1: A Chegada do Suco Novo
Ethan estava na sala de casa em Balneário Camboriú, perto da janela grande que dava para o quintal. Ele rolava uma bolinha amarela no chão, correndo devagar atrás dela e sentindo o ar fresco que entrava pela janela. O vento lá fora fazia as folhas dançarem devagar e trazia um cheirinho leve de mar que misturava com o frescor do dia cinza. Ethan parava de vez em quando, olhava a bolinha e voltava a empurrá-la com o pé, gostando de se movimentar assim. O céu cinza deixava tudo mais calmo e o vento soprava constante, fazendo um barulhinho suave nas folhas.
Ele ouviu os passos do pai Alex chegando da cozinha e parou de brincar. O pai Alex apareceu segurando uma jarra grande com líquido de cor diferente e dois copos vazios nas mãos. Ethan ficou parado um instante, olhando com atenção para a jarra. A cor do líquido era viva e chamava os olhos dele. Depois, ele caminhou até a mesa da sala para ver melhor, dando passinhos pequenos e firmes. O pai Alex colocou a jarra e os copos na mesa com cuidado, sempre perto do menino.
Ethan se aproximou mais e esticou o dedinho para tocar a jarra gelada. A jarra estava bem fria por causa do suco dentro, e ele sentiu o frio na ponta do dedo. Ele disse com a vozinha dele: "Que cor engraçada!" O ar fresco da janela misturava agora com o cheiro doce que saía da jarra. Ethan respirou fundo, sentindo o cheiro bom entrar no nariz. Ele sorriu e tocou a jarra de novo, devagar, repetindo o gesto para sentir a textura lisa e fria.
O pai Alex sorriu e ajustou os copos na mesa, colocando-os lado a lado. Ethan olhou os dois copos e a jarra, depois moveu uma cadeirinha pequena para perto da mesa. O pai Alex segurou a cadeirinha para não escorregar e Ethan subiu com calma, sentando-se direito. Agora ele podia ver tudo bem de perto. Ethan bateu palminhas devagar, mostrando que estava animado com a surpresa. Ele olhou a jarra de um lado, depois do outro, sentindo a curiosidade crescer. O vento soprou mais uma vez, trazendo mais cheirinho de mar e fazendo as folhas balançarem lá fora.
Ethan repetiu baixinho: "Que cor engraçada." Ele tocou os copos também, sentindo que eram da mesma medida. Isso o deixou contente, porque parecia uma coisa certa e igual para os dois. O pai Alex ficou ao lado, sempre por perto, e Ethan sentiu o calor do abraço quando o pai encostou a mão no ombro dele por um segundo. Ethan ajustou a posição na cadeirinha, sentindo o fresquinho na pele e o cheiro doce mais forte agora. Ele esticou o braço de novo para apontar a jarra e disse: "Vamos provar juntos?" O pai Alex acenou com a cabeça, sorrindo. Ethan olhou os copos de novo, empurrando um deles um pouquinho para ficar bem alinhado com o outro. Ele gostava de tomar suco e essa cor diferente deixava ele muito animado para começar. O vento continuou soprando devagar, trazendo o cheiro do mar e o ar fresco que entrava pela janela. Ethan ficou ali sentado, tocando a jarra gelada mais uma vez e sentindo a emoção da surpresa que tinha chegado.
Capítulo 2: Os Três Goles Devagar
Ethan pegou seu copo com as duas mãos e olhou para o pai Alex, que já tinha servido um pouco do suco novo. Ele levou o copo até a boca e tomou o primeiro gole bem devagar. O suco entrou na língua devagar e ele sentiu o sabor doce espalhando. "Doce!", falou sorrindo, abrindo um sorriso grande. O gosto era gostoso e fresco, descendo pela garganta e deixando uma sensação boa na barriga. Ethan colocou o copo na mesa por um segundo, sentindo o ar fresco da janela no rosto e o cheiro doce ainda no ar.
No segundo gole, Ethan fechou os olhos. Ele repetiu "Doce!" mais alto, balançando o corpo de um lado para o outro como se seguisse uma musiquinha que só ele ouvia. O vento lá fora parecia acompanhar o balanço dele, soprando devagar e fazendo as folhas dançarem. O pai Alex sorriu ao ver o menino se divertindo e tomou um gole também. Ethan balançou o corpo mais uma vez, sentindo o sabor doce na língua e repetindo o movimento como se marcasse o ritmo. Ele abriu os olhos devagar, ainda sorrindo, e ajustou o copo na mesa, empurrando-o um pouquinho para o lado.
No terceiro gole, ele riu alto e repetiu de novo "Doce!". Queria sentir cada vez melhor o gosto novo do suco, então tomou o gole bem devagar, fechando os olhos outra vez. O sabor doce ficou na língua por mais tempo e ele balançou o corpo de leve, repetindo o gesto. "Doce!", falou de novo, rindo e batendo o pezinho no chão suavemente. O pai Alex ficou sentado ao lado, perto dele, e Ethan sentiu a presença tranquila do pai enquanto o vento trazia o cheirinho de mar pela janela. Ele colocou o copo na mesa com cuidado, depois tocou a barriga, sentindo o frescor do suco dentro.
Ethan olhou o copo de novo e repetiu "Doce!" baixinho, sorrindo para o pai Alex. Ele moveu o copo do pai um pouquinho para ficar bem igual ao dele, mostrando que queria que tudo fosse certinho para os dois. O pai Alex sorriu e tomou mais um gole, e Ethan balançou o corpo de novo, como se a musiquinha continuasse. Ele riu uma vez mais, repetindo "Doce!" e sentindo o gosto doce se misturar com o ar fresco que entrava pela janela. O dia cinza lá fora não incomodava nada, porque o suco estava doce e a surpresa era boa de compartilhar assim. Ethan ajustou a posição na cadeirinha, sentindo as pernas balançando de leve, e olhou a jarra na mesa, pronto para sentir o sabor mais uma vez se o pai servisse. O vento soprou mais uma vez, trazendo o cheiro do mar, e Ethan sorriu, repetindo o balanço do corpo devagar enquanto guardava o copo com cuidado na mesa.
Capítulo 3: A Divisão Igual
Ethan ficou na frente da mesa e olhou bem para os dois copos que já tinham um pouco de suco. Um copo estava mais cheio que o outro, e ele decidiu que queria deixar tudo igual para os dois tomarem juntos. O vento lá fora soprava mais forte agora, fazendo as folhas baterem na janela com um som suave “fuuu fuuu”. Ethan sentiu o ar fresco entrar e trazer o cheirinho de mar, mas ficou concentrado na mesa. Ele deu dois passinhos até a pia da cozinha, que ficava pertinho, esticou o braço e pegou um copo limpo que estava na bancada. Segurou o copo com as duas mãos pequenas e voltou devagar para não tropeçar.
Na mesa, Ethan colocou o copo novo ao lado dos outros. Pegou a jarra com cuidado, inclinando bem devagar. O suco laranja escorreu devagar e caiu no copo fazendo “ping, ping”. Ele parou, olhou de perto os dois níveis e comparou com atenção. Um copo ainda tinha um pouquinho menos. Então ele serviu mais um pouquinho, parou outra vez e olhou de lado para ver se estava igual. “Igual, igual”, murmurou. Serviu só mais uma gotinha no que estava menor e esperou o líquido parar de mexer. Agora os dois copos tinham a mesma quantidade de suco, certinho.
Ethan empurrou um copo devagar para perto do pai Alex, que estava sentado na cadeira ao lado. O copo parou exatamente na frente dele. Ethan apontou com o dedinho para os dois copos lado a lado e falou: “Esse é teu, esse é meu, tudo certinho!”. O vento soprou mais forte outra vez, balançando as folhas lá fora. Ethan ajustou a posição dos copos com as duas mãos, empurrando um centímetro para a esquerda e outro para a direita até ficarem bem parelhos. Ele tocou a borda de cada copo para sentir que estavam na mesma altura.
O pai Alex sorriu e pegou o copo dele. Ethan deu um passo para trás, depois um passo para frente, olhando os copos de longe para ter certeza que estava tudo justo. Ele balançou o corpo de um lado para o outro, sentindo o fresquinho na pele. Um pequeno pingo de suco caiu na mesa. Ethan pegou um paninho que estava ali, limpou o pingo devagar e jogou o paninho no cesto. Depois voltou para a mesa e tocou de novo os dois copos, verificando o nível mais uma vez. “Tudo certinho”, repetiu baixinho, satisfeito.
Ele ficou ali um tempinho, sentindo o cheiro doce do suco misturado com o ar do mar. O céu cinza lá fora deixava a sala mais clarinha, e o vento continuava a fazer as folhas dançarem. Ethan sorriu para o pai Alex e apontou de novo para os copos, orgulhoso da divisão que tinha feito. O pai Alex deu um tapinha leve na mesa e Ethan repetiu o gesto, batendo de leve com a mãozinha. Ele andou em volta da mesa uma vez, verificando de todos os lados se os copos estavam iguais. Quando ficou satisfeito, parou ao lado do pai e ficou olhando os copos mais um pouco, sentindo o gosto doce que já tinha na boca e a vontade de tomar mais junto com o pai Alex. O ar fresco continuava entrando, mas Ethan se sentia quentinho por dentro por ter dividido tudo de um jeito justo.
Capítulo 4: O Gosto Compartilhado
Os dois pegaram os copos ao mesmo tempo. Ethan levou o dele até a boca e tomou um gole devagar, sentindo o gosto doce na língua. “Doce!”, falou ele, sorrindo para o pai Alex. O pai Alex tomou um gole também e Ethan repetiu “Doce!” mais uma vez, balançando o corpo de leve. O vento lá fora fazia as folhas da janela fazerem barulhinho outra vez, mas dentro da sala era quietinho e gostoso. Ethan tomou mais um golinho, fechou os olhos por um segundo e disse “Doce!” de novo, abrindo um sorriso grande. O suco estava bem geladinho e o sabor ficava melhor cada vez que ele bebia.
Quando os copos ficaram vazios, Ethan colocou o dele na mesa e olhou para os dois. Ele pegou os dois copos vazios com as duas mãos, um em cada mãozinha, e caminhou devagar até a pia. Colocou os copos lá com jeitinho, um ao lado do outro, e ficou olhando para ver se estavam firmes. Depois deu um passinho para trás, verificou de novo e sorriu. Voltou correndo pela sala, sentindo os pezinhos tocarem o chão frio, e parou ao lado do pai Alex. Puxou a cadeira devagar e sentou pertinho, encostando o ombro no braço do pai.
O pai Alex deu um abraço quente nele, e Ethan sentiu o calor gostoso daquele abraço. Os dois ficaram olhando pela janela grande o céu cinza lá fora. As folhas continuavam dançando devagar com o vento, e o cheirinho leve de mar entrava mais uma vez. Ethan respirou fundo, sentindo o ar fresco no rosto, e sorriu de novo. Ele ficou quietinho no abraço, vendo as nuvens paradas no céu. O pai Alex ficou ali com ele, sem pressa.
Ethan mexeu os dedinhos na borda da mesa, ainda sentindo o gosto doce na boca. Ele olhou para o pai Alex, sorriu e disse “Doce!” mais uma vez, baixinho. O abraço continuou quentinho e seguro. Ethan balançou os pezinhos de leve, sentindo o corpo relaxado depois de tomar o suco e de ter dividido tudo certinho. O vento soprou mais uma vez, trazendo o cheiro do mar, e Ethan se aconchegou mais no abraço do pai Alex. Os dois ficaram olhando o céu cinza pela janela, bem calmos. Ethan sentiu que estava contente pela surpresa que tinham dividido juntos, e ficou ali mais um pouco, ouvindo o barulhinho suave do vento e sentindo o calor do abraço, até o dia parecer ainda mais gostoso dentro de casa.