História personalizada

Caretas Divertidas na Noite Fresca

Para Ethan 15 dias atrás

Na noite fresca e agradável de Balneário Camboriú, o céu estava limpo e um vento suave entrava pela janela. Ethan estava deitado na cama, com o cobertor leve por cima. Ele sentia o ar fresco no rosto e sorria, imaginando uma brincadeira gostosa antes de dormir.

Seu pai Alex estava sentado ao lado, olhando para ele com um sorriso calmo. Ethan já sentia que aquele seria um momento divertido e tranquilo.

Capítulo 1: A Primeira Careta

Ethan estava deitado na cama, sentindo o cobertor leve por cima do corpo. O ar fresco da noite entrava pela janela e tocava seu rosto, fazendo ele piscar devagar. Ele mexeu as perninhas um pouco, arrumando o cobertor com as duas mãozinhas para ficar bem quentinho. O vento suave balançava a cortina branca, fazendo um barulhinho baixo como se estivesse chamando para brincar. Ethan olhou para o lado e viu Alex sentado bem perto, com o rosto calmo e um sorrisinho pequeno. O menino loiro deu um sorrisinho de volta e esticou o braço para tocar o cobertor de Alex, como se quisesse chamar atenção para a brincadeira que estava pensando.

Ele virou a cabeça mais um pouco, sentindo o ar fresco na bochecha, e olhou bem para Alex. Então Ethan esticou os lábios para os lados o máximo que conseguiu, fazendo uma careta bem larga que deixava o rosto todo diferente. Ele moveu o rosto devagar, sentindo os músculos da bochecha se alongarem como se estivesse puxando uma borracha macia. O vento soprou mais forte por um segundo e balançou a cortina de novo. Ethan soltou uma risadinha baixa, quase um "hihihi" bem curtinho, enquanto a boca ainda estava esticada. Ele gostava de sentir como a careta mudava tudo no rosto.

O menino repetiu o gesto uma vez só, esticando os lábios de novo do mesmo jeito, mas bem devagar para ver se Alex estava olhando. Ele esperou a reação, com os olhos brilhando de diversão, e bateu palminhas na cama devagar, fazendo um "tapa-tapa" suave no colchão como se estivesse marcando o começo da brincadeira. O som das palminhas misturou com o vento que entrava pela janela. Ethan arrumou o cobertor mais uma vez, puxando ele até o queixo, e ficou quietinho por um instante, só sentindo o ar fresco no nariz.

Ele apontou para o próprio rosto com o dedinho, depois baixou a mão e riu baixinho de novo. O quarto estava calmo, só com o barulhinho da cortina e o vento trazendo cheirinho de noite fresca. Ethan mexeu os dedinhos dos pés debaixo do cobertor, sentindo o tecido se mover. Ele olhou para Alex de novo, esperando ver o sorrisinho maior, e bateu palminha mais uma vez, bem leve, como se dissesse "olha isso aqui". O ar fresco tocou sua testa e ele piscou, mas não parou de fazer a careta larga, movendo a boca um pouquinho para deixar ela ainda mais engraçada. Ethan sentiu os músculos da bochecha ficarem quentinhos de tanto esticar, mas continuou com a brincadeira, batendo palminha mais uma vez no colchão macio. O vento soprou a cortina de lado e ele riu baixinho, achando tudo muito divertido antes de dormir.

Capítulo 2: Mudando a Boca

Ethan fechou a boca bem juntinho, fazendo um biquinho redondo que parecia um peixinho na água. Ele abriu tudo de uma vez, mudando a expressão da careta de antes, e ficou olhando para Alex para ver se tinha dado certo. O vento suave entrou pela janela trazendo o cheiro fresco da noite, como de folhas molhadas e ar limpo. Ethan sentiu o cheirinho e mexeu o nariz, depois tentou o biquinho de novo. Dessa vez o biquinho saiu um pouco torto, inclinado para o lado esquerdo, e ele fez uma carinha de concentração, franzindo a testa por um segundo só.

Ele fechou os olhos rapidinho, pensou no jeito certo e tentou mais uma vez, abrindo a boca bem devagar até ficar redondinha e certinha. Quando acertou, Ethan riu alto, um "haha" bem alegre que ecoou leve pelo quarto. O som misturou com o vento que balançava a cortina de novo, trazendo mais cheiro fresco da noite lá de fora. O menino apontou para o próprio rosto com o dedinho indicador, bem devagar, e olhou para Alex como se dissesse "olha a diferença agora". Ele bateu o pé na cama uma vez, sentindo o colchão macio, e riu de novo, mais baixo dessa vez.

Ethan arrumou o cobertor com as duas mãozinhas, puxando ele até o peito para ficar bem quentinho, e mexeu o biquinho de um lado para o outro, testando como ficava. O ar fresco tocou sua bochecha e ele piscou, mas continuou apontando para o rosto, esperando que Alex visse a mudança. Ele soltou um "uh" baixinho, como se testasse outro som, e riu mais uma vez, o corpo todo tremendo de leve debaixo do cobertor. O vento trouxe um cheirinho mais forte de noite agradável, e Ethan inspirou fundo, sentindo o peito subir e descer. Ele apontou para o rosto de novo, depois baixou a mão e bateu palminha bem leve no colchão, repetindo o gesto de marcar a brincadeira.

O menino abriu a boca bem grande dessa vez, mudando a careta mais uma vez, e riu alto de novo quando a expressão ficou engraçada. O som ecoou no quarto quieto, misturado com o barulhinho da cortina que o vento balançava. Ethan esticou o braço para tocar a mão de Alex por um segundo, depois puxou de volta e ajustou o cobertor de novo. Ele fechou a boca no biquinho redondo mais uma vez, concentrado, e quando saiu certinho sorriu satisfeito, apontando para o rosto com o dedinho. O cheiro fresco da noite entrou de novo pela janela e Ethan respirou devagar, sentindo tudo calmo e gostoso. Ele bateu o pé de leve na cama, riu baixinho e ficou olhando para Alex, pronto para a próxima mudança na brincadeira.

Capítulo 3: O Som do Bicho

Ethan estava deitado na cama, sentindo o cobertor leve por cima do corpo. O ar fresco da noite entrava pela janela e tocava seu rosto, fazendo ele piscar devagar. Ele mexeu as perninhas um pouco, arrumando o cobertor com as duas mãozinhas para ficar bem quentinho. O vento suave balançava as cortinas e trazia uma sensação boa para o quarto. Ethan olhou para o pai Alex e resolveu fazer a careta pela terceira vez. Com cuidado ele esticou a língua para fora o máximo que pôde, abrindo bem a boca e sentindo os músculos do rosto se alongarem. Então soltou o som bem engraçado de macaco: "uh uh uh". O som saiu alto e vibrou na garganta dele, fazendo cócegas. Ethan riu tanto que seu corpo todo tremeu debaixo do cobertor. O tecido leve subiu e desceu junto com o riso forte, e ele sentiu a barriga doer de tanto rir. Com as mãozinhas ele segurou as bordas do cobertor para não deixar ele escorregar, mas continuou tremendo de alegria. Ethan imitou o som mais uma vez, agora mais baixinho: "uh uh uh". Ele olhou para o pai Alex com os olhos brilhando, esperando que o pai visse como a brincadeira estava divertida. O riso alto preencheu o quarto fresco, misturado com o barulhinho do vento que entrava pela janela. Ethan bateu o pé na cama, sentindo a diversão crescer dentro dele. Ele ajustou o cobertor de novo, puxando um pouco mais para cima, e repetiu o som do macaco com uma variação pequena, mudando o tom da voz: "uh uh uh uh". O pé bateu de novo na cama, fazendo um barulhinho leve no colchão. Ethan sentiu o ar fresco no rosto e riu de novo, o corpo balançando levemente. Ele pegou a borda do cobertor com uma mão e apertou forte, enquanto com a outra mão apontou para a própria boca, mostrando a careta para o pai Alex. O quarto estava cheio de risadas e do vento fresco que balançava as cortinas. Ethan mudou de lado na cama, arrumando a cabeça no travesseiro macio, e fez o som mais uma vez, baixinho. Ele esperou um pouco, viu que o pai Alex estava ali quietinho, e riu de novo. A brincadeira o deixava animado, e ele bateu o pé outra vez, sentindo as cobertas macias em volta das pernas. O vento entrou mais forte por um segundo e tocou seu cabelo, mas ele não parou. Ethan experimentou fazer o som com a língua um pouco mais para dentro, riu quando saiu diferente, e ajustou de novo até ficar como queria. "Uh uh uh", ele fez de novo, rindo alto e sentindo o corpo tremer. O riso encheu o espaço todo, e ele sentiu o corpo relaxar depois do tremor forte. Com as mãozinhas ele bateu palminhas na cama ao lado do corpo, marcando o ritmo da diversão. O pai Alex ficou ali observando com calma, e Ethan se sentiu feliz em compartilhar a brincadeira. Ele repetiu o som três vezes seguidas, cada uma mais baixa que a anterior, e riu no final de cada uma. O ar fresco o ajudava a se sentir acordado para continuar a brincadeira. Ethan puxou o cobertor um pouco para o lado, sentindo o tecido com os dedinhos, e fez o som do bicho mais uma vez. Ele bateu o pé devagar, sentindo a cama macia embaixo. O quarto fresco e a noite agradável convidavam para mais risadas, e Ethan continuou a brincadeira com mais cuidado, ajustando o volume do som para ver como ficava. Ele olhou para o teto, viu a luz suave que entrava pela janela, e voltou a fazer a careta com a língua para fora, soltando "uh uh uh" com um sorriso grande. O corpo tremeu levemente mais uma vez, e ele riu baixo depois. Com uma mão ele tocou o próprio nariz, riu, e depois voltou para o som do macaco. O vento suave continuou a entrar, trazendo mais frescura para o quarto. Ethan se sentiu brincalhão e repetiu a imitação várias vezes, variando o jeito de fazer o som, até que o riso diminuiu um pouco. Ele ajustou o cobertor em volta do corpo, sentindo o calor e o conforto, e fez o som mais baixo pela última vez, olhando para o pai Alex com um sorriso que não saía do rosto.

Capítulo 4: Escondido no Cobertor

Ethan respirou fundo depois de tanto rir e decidiu continuar a brincadeira de um jeito novo. Ele puxou o cobertor com as duas mãozinhas até cobrir a cabeça inteira, desaparecendo por um momento dentro do tecido macio. Ficou quietinho ali, sentindo o cobertor tocar seu rosto e seu nariz, o calor do próprio corpo se acumulando debaixo dele. O quarto ficou mais silencioso por dois segundos, só se ouvia o vento suave entrando pela janela. Ethan esperou bem quieto, contando os segundos na cabeça, e depois apareceu de repente, jogando o cobertor para baixo com um movimento rápido. Ele riu alto e fez a mesma careta de antes, com a língua para fora, os olhos brilhando. O vento suave tocou seu cabelo loiro quando ele saiu do esconderijo, refrescando o rosto. Ethan estendeu a mão para tocar a mão do pai Alex, compartilhando o riso que ainda saía da boca dele. O pai Alex deixou a mão ali, e Ethan apertou os dedinhos de leve, sentindo o contato. Ele riu mais uma vez, o corpo todo balançando na cama, e puxou o cobertor de novo até a cabeça, repetindo o esconderijo. Desta vez ficou um pouco mais tempo quietinho, sentindo o tecido macio no rosto e ouvindo o barulhinho do vento lá fora. Quando apareceu de novo, riu ainda mais alto, fazendo a careta com a língua para fora e batendo o pé na cama. O vento tocou seu cabelo loiro outra vez, e ele estendeu a mão para tocar a mão do pai Alex de novo, compartilhando a diversão. Ethan ajustou o cobertor em volta do corpo com as mãozinhas, puxando para os lados para ficar bem aconchegante. Ele olhou para o pai Alex, riu baixo e repetiu o gesto de esconder o rosto, esperando dois segundos antes de aparecer. Quando saiu do cobertor, fez a careta mais uma vez e estendeu a mão para tocar a mão do pai Alex, sentindo o calor da palma. O riso encheu o quarto fresco, misturado com o vento suave que balançava as cortinas. Ethan mudou de posição na cama, arrumando as pernas para ficar mais confortável, e puxou o cobertor até a cabeça de novo. Ficou quietinho, sentindo o tecido no rosto, e depois apareceu rápido, rindo e fazendo a careta. O vento tocou seu cabelo loiro quando ele saiu, e ele estendeu a mão para tocar a mão do pai Alex, apertando de leve. Ele bateu o pé na cama devagar, sentindo a diversão ainda dentro dele, e ajustou o cobertor em volta do corpo. Ethan olhou para o pai Alex, sorriu e repetiu o esconderijo uma última vez, esperando os dois segundos e aparecendo com a mesma careta. O vento fresco entrou pela janela e tocou seu rosto, e ele estendeu a mão para tocar a mão do pai Alex, compartilhando o riso que agora estava mais calmo. Ele arrumou o cobertor com as mãozinhas, sentindo o conforto, e bateu o pé de leve na cama. O quarto estava fresco e agradável, o céu limpo lá fora, e Ethan continuou a brincadeira com gestos pequenos, tocando a mão do pai Alex depois de cada vez que aparecia. Ele riu baixo, ajustou o cobertor mais uma vez e estendeu a mão novamente, sentindo o contato que o deixava feliz. O vento suave continuou a entrar, refrescando o quarto enquanto Ethan repetia o gesto de esconder e aparecer, sempre estendendo a mão para o pai Alex no final.

Capítulo 5: Acalmando para Dormir

Ethan soltou o ar bem devagar, ainda com o sorrisinho que não queria ir embora. Ele mexeu os dedinhos na beirada do cobertor leve e, com as duas mãozinhas, puxou o tecido macio até o queixo, arrumando tudo em volta do corpo como quem faz um ninho quentinho. O vento suave entrava pela janela aberta e balançava a cortina devagar, trazendo um cheirinho fresco de noite para dentro do quarto em Balneário Camboriú. Ethan sentiu o ar frio tocar a ponta do nariz e piscou uma vez, devagar.

Ele virou o rostinho para o lado onde Alex estava sentado e, com um jeitinho brincalhão que ainda restava, esticou a língua bem pouquinho para fora, só uma pontinha, depois guardou rapidinho e deu uma risadinha baixa. “Uh uh”, fez ele bem baixinho, imitando o macaquinho mais uma vez, mas agora quase num sussurro. Alex sorriu de volta sem dizer nada alto. Ethan estendeu uma mãozinha, tocou os dedos do pai e depois levou a mesma mãozinha até a boca. Ele soprou um beijinho bem redondinho no ar, bem na direção de Alex, e o vento suave pareceu levar o beijinho embora.

Com os olhos ainda entreabertos, Ethan olhou para a janela. Lá fora o céu estava bem limpinho, cheio de pontinhos brilhantes que ele gostava de ver antes de dormir. O vento roçou no cabelo loiro dele, fazendo alguns fios se mexerem na almofada. Ethan respirou fundo de novo, sentindo o peito subir e descer devagar. As perninhas pararam de remexer debaixo do cobertor. Ele fechou os olhos bem devagar, primeiro um, depois o outro, enquanto o quarto ficava mais silencioso. Só se ouvia o barulhinho leve da cortina e o vento passando pelas folhas lá fora.

Um bocejo grande e quieto escapou da boca dele. Ethan cobriu a boquinha com a mãozinha por um segundo, depois deixou a mão cair mole no cobertor. O rostinho foi relaxando pouco a pouco: as bochechas pararam de mexer, os lábios se juntaram de leve e as pestanas loiras pararam de tremer. O vento fresco continuava entrando, agora mais calmo, tocando a pele dele como um abraço leve. Ethan ficou paradinho, respirando devagar, com o rosto mole e satisfeito. O quarto inteiro parecia mais quentinho só com ele ali, dormindo feliz, enquanto Alex permanecia sentado ao lado, em silêncio.

Voltar para o início