História personalizada

A Canção La La La das Viagens

Para Ethan 4 horas atrás

Na casa aconchegante em Balneário Camboriú, Ethan parou perto da janela e olhou o céu cheio de nuvens. O ar fresco entrava devagar pela fresta, trazendo o cheirinho de terra úmida, enquanto as folhas lá fora brilhavam molhadas.

Com o casaco quentinho no corpo, ele sentiu que era hora de fazer algo alegre com o pai Alex.

Ilustracao do capitulo 1

Capítulo 1: O Começo no Tapete

Ethan saiu do canto da sala perto da janela e deu passos curtos até o meio do tapete colorido. O chão de madeira estava um pouco frio, mas quando os pés tocaram o tecido macio ele parou um segundo e mexeu os dedinhos para sentir melhor. O casaco quentinho apertava levemente no peito com cada movimento, e o cheirinho de terra úmida que entrava pela fresta da janela ficou mais forte por um instante. Ele olhou para o pai Alex sentado no sofá, sorriu e disse baixinho: “Alex, olha aqui.”

Com o corpo balançando devagar, Ethan começou a cantar “la la la la”. A voz saiu bem suave, quase um sussurro, e as palmas das mãos batiam no ritmo devagar, uma atrás da outra. O som ecoava leve nas paredes da sala e voltava para ele. Ele repetiu “la la la la” mais uma vez, ainda baixinho, sentindo o tapete macio embaixo dos pés e o casaco se movendo junto com o balanço. Já imaginava uma primeira aventura: um caminho que ia longe, como as viagens que ele gostava de pensar.

Ethan deu dois passinhos para frente no tapete, ajustando o pé direito que estava um pouco torto. As folhas molhadas lá fora brilhavam com a umidade, e ele olhou rápido pela janela antes de voltar o rosto para o pai Alex. “La la la la”, cantou de novo, agora um pouquinho mais firme, batendo palmas no mesmo compasso. O eco da voz pareceu mais bonito dessa vez. Ele sorriu grande, sentindo o peito quentinho por dentro do casaco.

O pai Alex olhou e sorriu de volta, sem falar nada ainda. Ethan repetiu o “la la la la” pela quarta vez na mesma melodia suave, balançando os ombros devagar e sentindo o tecido do casaco roçar nos braços. Ele imaginou estrelas passando e um carro indo devagar por elas, só para ver como seria. Depois parou um pouco, respirou fundo e disse: “De novo, Alex.” As palmas voltaram, mais calmas, e ele balançou o corpo devagar para um lado e para o outro, testando como o som ficava diferente quando mudava o peso do pé.

O ar fresco de dezessete graus entrava devagar e Ethan sentiu um friozinho na ponta do nariz, mas logo sorriu de novo. Ele pegou um cantinho do casaco com a mão esquerda, apertou o tecido e cantou mais uma vez “la la la la”, baixinho, olhando para o tapete colorido como se o desenho das cores fosse parte da música. O som ecoou outra vez na sala vazia e ele riu de leve, sentindo que estava indo bem. O pai Alex continuou no sofá, olhando com calma.

Ethan deu um passinho maior para o centro do tapete, sentindo o tecido macio subir entre os dedinhos. Ele cantou “la la la la” mais uma vez, agora com as palmas um pouco mais abertas, e balançou o corpo devagar. A imaginação de viagem ficou mais forte: ele via um caminho longo e redondo, só para ele e o pai Alex. O casaco se moveu junto, quente e confortável. “La la la la”, repetiu de novo, baixinho, e parou para olhar o pai Alex, esperando um sinal de que estava tudo certo. O eco da voz ficou na sala por um segundo e Ethan sorriu, sentindo o coração mais leve.

Ilustracao do capitulo 2

Capítulo 2: Pulos e Caretas Divertidas

Ethan deu o primeiro pulinho engraçado no meio do tapete, dobrando os joelhos e levantando os braços como se segurasse um volante grande. Ele cantou “la la la la” mais alto que antes, a voz subindo um pouco e as palmas batendo mais rápido. O corpo subiu e desceu, o casaco se abrindo de leve com o movimento. Ele riu sozinho, sentindo o tapete macio acolchoar os pés. “La la la la”, repetiu logo em seguida, pulando de novo e fazendo uma careta com a boca bem aberta, os olhos fechados de leve. O riso saiu forte e ecoou junto com a música.

Ele balançou os braços para os lados, como se voasse devagar por um céu cheio de estrelas. O passo mudou: um pulo para a frente, outro para o lado. “La la la la”, cantou mais alto, a voz agora firme e alegre. O casaco acompanhava cada movimento, subindo e descendo com os braços. A brisa lá fora parecia entrar de leve pela fresta e misturar com o som, como se a música continuasse fora da sala. Ethan parou um segundo, ajustou o pé no tapete e tentou de novo, pulando mais alto dessa vez.

Com a cara toda franzida de brincadeira, ele fez outra careta, língua para fora e bochechas infladas, depois riu tanto que quase parou de cantar. “La la la la”, voltou logo depois, voz mais alta ainda, pulando três vezes seguidas. Os braços subiram e desceram como asas de um carro voando entre as estrelas que ele imaginava. O tapete colorido marcava o ritmo com cada aterrissagem macia dos pés. O pai Alex continuou no sofá, olhando e sorrindo de leve, e Ethan sentiu o peito mais cheio de vontade de continuar.

Ele mudou o passo de novo, agora pulando para trás e para frente, cantando “la la la la” bem alto e batendo palmas no ar. O casaco esquentava com o movimento, e o friozinho que entrava pela janela parecia misturar com a música. Ethan fez mais uma careta, olhos bem apertados e boca torta, depois riu de novo e cantou “la la la la” mais uma vez, pulando devagar. Os braços voaram abertos, como se guiasse o carro pelas estrelas por mais tempo. Ele sentiu o corpo leve e feliz, repetindo o refrão sem parar.

Ethan deu dois pulinhos pequenos, ajustando o equilíbrio no tapete, e cantou “la la la la” bem alto, a voz ecoando na sala toda. A careta dessa vez foi com o nariz enrugado e os lábios bem abertos, fazendo ele rir tanto que teve que parar um segundo para respirar. Depois voltou logo, pulando de novo e balançando os braços como se voasse mais rápido. O casaco se mexeu junto, quente e macio. A brisa lá fora trouxe o cheirinho de terra úmida e pareceu entrar na música, como se cantasse junto com ele.

Ele repetiu “la la la la” mais uma vez, pulos mais baixos agora, mas a voz ainda firme e alegre. Os braços desceram devagar, como se o carro de estrelas tivesse pousado. Ethan sorriu grande, sentindo que tinha cantado bem e que podia fazer de novo quando quisesse. O pai Alex deu um aceno pequeno do sofá, e Ethan olhou para ele, repetindo baixinho “la la la la” só para terminar o momento, os pés parados no meio do tapete colorido, o corpo quente por dentro do casaco.

Ilustracao do capitulo 3

Capítulo 3: Correndo até o Sofá

Ethan parou no meio do tapete colorido depois dos pulinhos e olhou para o sofá. O ar fresco entrava pela fresta da janela, trazendo o cheiro de terra úmida que deixava as folhas brilhando lá fora. Ele sentiu o casaco quentinho apertar um pouco no peito quando respirou fundo. Com determinação, Ethan correu até o sofá dando passinhos rápidos, os pés descalços tocando primeiro o chão de madeira frio e depois o tecido macio do tapete que levava até o móvel. Ele parou bem na frente do pai Alex, estendeu a mão pequena e tocou a mão dele com um gesto rápido, quase como um pedido silencioso. “Vem, Alex”, disse Ethan com a voz clara e curta. O pai Alex sorriu e inclinou o corpo para frente. Ethan repetiu o gesto, puxando levemente os dedos dele para mostrar que queria cantar junto. Juntos eles começaram a cantar “la la la la” pela terceira vez, a voz de Ethan saindo mais firme agora. Ele mostrou os pulos engraçados que tinha inventado, dobrando os joelhos devagar e levantando os braços como se segurasse um volante grande para guiar um carro pelas estrelas. O pai Alex tentou acompanhar, levantando os braços também e batendo palmas no mesmo ritmo. O som das palmas ficou mais forte na sala, ecoando alegre e enchendo o espaço entre as paredes. Ethan balançou o corpo de um lado para o outro, fazendo caretas que esticavam a boca e apertavam os olhos, depois riu sozinho com o movimento. Ele deu um pulinho maior, sentindo o casaco subir um pouco nas costas, e ajustou o zíper com uma mão enquanto batia palma com a outra. O pai Alex seguiu o pulo, repetindo “la la la la” junto e batendo palmas mais alto. Ethan olhou para ele e sorriu, sentindo o peito leve por ter chamado o pai para brincar. Ele repetiu o refrão mais uma vez, mudando o passo para balançar os braços como se voasse sobre a praia que tanto gostava. O pai Alex riu e copiou o movimento, o som das palmas deles agora batendo forte e ritmado. Ethan deu mais dois pulinhos curtos no mesmo lugar, o tapete macio amparando os pés, e cantou “la la la la” com a voz mais alta para mostrar como fazia. O cheiro úmido da terra misturava com o calor do casaco e do corpo em movimento. Ele tocou a mão do pai Alex de novo, convidando com um gesto rápido para continuar no mesmo compasso. O pai Alex acompanhou, batendo palma mais forte ainda, e o barulho alegre encheu toda a sala. Ethan ajustou o casaco que tinha escorregado no ombro, riu de novo e deu um pulinho final, sentindo que sua música estava ficando boa de verdade. Ele cantou “la la la la” mais uma vez, os braços abertos, o corpo inteiro balançando com confiança. O pai Alex repetiu o refrão junto, as palmas soando ainda mais alegres. Ethan parou um segundo, respirou o ar fresco que entrava pela janela e olhou para o pai com um sorriso largo. Ele sentiu o coração bater mais rápido de contentamento por ter compartilhado os pulos e a música. O tapete colorido parecia mais macio sob os pés agora, e ele deu um passinho para trás para mostrar o próximo movimento antes de repetir tudo de novo.

Ilustracao do capitulo 4

Capítulo 4: A Quarta Vez e o Brinquedo Guardado

Para a quarta repetição, Ethan e o pai Alex cantaram “la la la la” bem alto, as vozes enchendo a sala com o som claro e alegre. Ethan bateu palmas no mesmo compasso, sentindo o corpo quentinho por causa do casaco e do movimento. Ele dobrou os joelhos devagar, levantou os braços como antes e fez uma careta engraçada que o fez rir no meio da música. O pai Alex acompanhou, batendo palmas mais forte ainda, o som ecoando pelas paredes. Ethan cantou “la la la la” mais uma vez, mudando o passo para balançar o corpo de lado a lado, sentindo os pés no tapete macio. O pai Alex repetiu junto, as palmas deles sincronizadas e felizes. Depois de terminar o refrão, Ethan olhou para o brinquedo que usava como microfone, um carrinho pequeno que tinha deixado no canto do tapete. Ele se abaixou, pegou o brinquedo com as duas mãos e caminhou até o cesto no canto da sala. Guardou o carrinho com cuidado dentro do cesto, empurrando devagar para que ficasse certinho. O pai Alex esperou sentado no sofá, sorrindo. Ethan voltou andando devagar, o casaco quentinho balançando com os passos, e subiu no colo do pai Alex. Sentou-se devagar, sentindo o corpo quentinho encostar no pai. Ele respirou o ar fresco que ainda entrava pela janela e sentiu o cheiro de terra úmida misturado com o calor do abraço. O pai Alex deu um abraço leve, e Ethan recostou a cabeça, o corpo relaxado e contente. Ele cantou baixinho “la la la la” uma última vez, só para si, sentindo a voz calma agora. O tapete colorido estava ali, o cesto guardado, a sala silenciosa depois das palmas fortes. Ethan mexeu os dedinhos dos pés, sentindo o calor do colo do pai Alex. Ele sorriu, fechou os olhos por um segundo e respirou fundo, o casaco quentinho protegendo do ar fresco de dezessete graus. O pai Alex balançou devagar no sofá, e Ethan sentiu o movimento suave, o coração cheio de alegria por ter cantado e compartilhado tudo. Ele tocou a mão do pai Alex de novo, agora devagar, e ficou quietinho, o corpo satisfeito depois de correr, pular e guardar o brinquedo. A brisa lá fora parecia mais distante, e dentro da casa só restava o calor do abraço e o sorriso no rosto de Ethan. Ele abriu os olhos, olhou para a janela com as nuvens densas e suspirou contente, sentindo que tinha feito algo bonito com o pai Alex. O cesto no canto guardava o carrinho, a sala estava arrumada, e Ethan ficou mais um pouco no colo, o corpo leve e o coração alegre depois de todas as repetições da música.

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