História personalizada

Corridas Inventadas no Parquinho

Para Ethan 2 horas atrás

Em uma tarde nublada e agradável em Balneário Camboriú, Ethan chegou ao parquinho ao lado de Alex. O ar úmido trazia uma brisa leve que balançava as folhas devagar, e a luz suave iluminava os brinquedos espalhados pelo chão.

O menino olhou em volta com curiosidade, sentindo que algo novo e gostoso estava prestes a começar. Ele estava pronto para brincar junto com Alex, naquele dia calmo e macio.

Capítulo 1: A Pista de Brinquedos em Fila

Ethan parou no meio do parquinho e olhou para os brinquedos espalhados pelo chão. A luz suave da tarde nublada deixava tudo mais calmo, e a brisa leve passava devagar entre os cones e os carrinhos coloridos. Ele deu dois passos até o primeiro carrinho vermelho, pegou ele com as duas mãos e colocou no chão bem na frente dele. Depois correu até um cone azul que estava caído de lado, levantou ele e pôs a uns passos do carrinho, medindo o espaço com a mãozinha aberta. O ar úmido tocava seu rosto enquanto ele se agachava para ver se ficava bom.

Ele mexeu o cone um pouquinho para a esquerda, deixando a fila começar a fazer uma curva suave. Pegou outro carrinho amarelo, colocou logo em seguida e testou de novo com as mãos, abrindo e fechando os dedinhos para sentir a distância. Quando o amarelo escorregou um pouco, Ethan foi atrás, segurou ele firme e voltou para o lugar certo. A brisa balançava as folhas das árvores ao redor, e o som baixinho dos brinquedos sendo arrastados misturava com o vento.

Ele continuou pegando mais objetos. Um cone verde foi colocado depois do amarelo, um pouco mais para o lado para deixar a pista mais interessante. Ethan caminhou ao longo da fila, parou no meio, mudou o cone verde dois centímetros para frente e testou passando a mão por cima para ver se cabia correr. Um carrinho azul menor rolou quando ele encostou sem querer, então ele correu atrás, pegou ele e colocou de novo, apertando bem no chão para não sair do lugar. Cada vez que terminava um pedacinho, ele dava um passo para trás, olhava a linha toda e sorria, mudando só mais um objeto para deixar a curva mais bonita.

A sensação do plástico frio dos cones na mão era gostosa, e o chão macio do parquinho amortecia os passos enquanto ele ia e voltava. Ele pegou mais dois carrinhos, um preto e um branco, e os posicionou no final da fila que já estava longa. Ajustou o último cone para ficar um pouco inclinado, criando um jeitinho diferente de passar. Testou o espaço entre o preto e o branco com as duas mãos ao mesmo tempo, abrindo os braços para ver se ficava largo o bastante. A brisa úmida entrava de leve pela camisa dele, e ele parou um instante para sentir o ar no rosto antes de voltar para o começo da pista.

Depois de arrumar tudo, Ethan ficou em pé no meio da fila, passou a mão por cima de cada brinquedo uma última vez e deu um passo grande para o lado. Ele apontou para a linha curva que tinha feito, com os carrinhos e cones todos alinhados, e chamou Alex que estava pertinho, observando cada movimento. “Olha, Alex, a pista está pronta!”, falou com a voz animada, batendo levemente uma mão na outra. Alex estava a dois passos dele, sentindo a mesma brisa úmida no rosto, e Ethan ficou ali parado, esperando o pai ver o que ele tinha criado com tanto cuidado.

Capítulo 2: Chamando o Pai para Correr

Com a pista já formada no chão do parquinho, Ethan correu até Alex que continuava bem perto, parou na frente dele e segurou sua mão com as duas mãozinhas. Ele puxou o pai devagar, dando passinhos para trás, e foi levando Alex até o começo da fila de brinquedos. A brisa leve passava entre eles, trazendo o ar úmido e fresco da tarde nublada em Balneário Camboriú. Ethan soltou a mão por um segundo, bateu palmas duas vezes para chamar atenção e voltou a segurar o pai, guiando ele para ficar ao lado.

Ele apontou para o primeiro carrinho vermelho e explicou com palavras curtas: “Vamos correr juntos, Alex! Começa parado aqui”. Ethan posicionou os próprios pés bem retos no chão, batendo o calcanhar uma vez para mostrar onde ficava a linha de largada. Depois deu dois passos para o lado, ajustou a posição de Alex com carinho, colocando a mão no braço dele e puxando um pouquinho mais para frente. A sensação fresca do ar úmido envolvia os dois enquanto Ethan esperava o pai ficar exatamente do jeitinho que ele imaginou.

Ele bateu palmas mais uma vez, dessa vez mais devagar, e olhou para a pista curva que tinha feito. “Agora a gente corre até o último cone”, falou, apontando para o final da fila. Ethan voltou para o lugar dele, dobrou os joelhos um pouco para testar se estava bom e ficou esperando Alex se colocar ao lado. Quando o pai se mexeu um centímetro para o lado, Ethan sorriu, bateu palmas de novo e falou “pronto!”, dando um pulinho pequeno no lugar. A luz suave iluminava os brinquedos coloridos, e a brisa tocava as bochechas dos dois enquanto Ethan olhava para a pista e depois para Alex, pronto para começar a brincadeira que ele mesmo tinha inventado.

Ele segurou a mão de Alex mais uma vez, balançou os braços para frente e para trás mostrando como ia ser a corrida, e soltou devagar, dando um passo atrás para ver se o pai estava bem posicionado. O chão macio amortecia os pés quando Ethan se mexia, e o ar úmido fazia a camiseta dele balançar levemente. Ele bateu palmas mais duas vezes, animado, e ficou parado esperando Alex ficar exatamente ao lado dele, com os pés alinhados no começo da pista de brinquedos. Depois de ajustar tudo, Ethan apontou de novo para a fila longa e curva, confirmando que a regra simples estava clara, e ficou ali ao lado do pai, sentindo a brisa passar enquanto se preparavam para correr juntos.

Capítulo 3: Começando de Jeitos Novos

Ethan ficou parado na largada da pista que tinha feito com os carrinhos e os cones. Ele olhou para Alex que estava bem ao lado, sentiu a brisa úmida tocar seu rosto e bateu palmas duas vezes para chamar atenção. “Vamos de pé primeiro, Alex!”, falou com voz firme, esticando as pernas e balançando os braços para mostrar como queria começar. Alex se posicionou exatamente ao lado dele, perto o bastante para Ethan sentir a presença tranquila. O chão macio do parquinho estava fresco por causa da umidade do ar. Ethan deu um passo pequeno para ajustar a posição dos pés, olhou para o fim da fila de brinquedos e gritou “Vai!”. Os dois saíram correndo juntos. Os passos faziam um som abafado e repetido no chão, misturado com a brisa leve que passava entre as árvores próximas. Ethan sentia o ar úmido entrando no nariz enquanto corria reto, as pernas se mexendo no mesmo ritmo. Quando chegaram no final da pista ele parou e riu alto, virando o corpo para ver Alex. “A gente correu rápido!”, disse Ethan, respirando fundo e limpando as mãos na camisa. A luz suave da tarde nublada deixava tudo calmo ao redor. Ele ficou alguns segundos olhando a pista, pensando no que podia mudar para ficar mais divertido.

Logo depois Ethan se agachou, dobrando os joelhos e colocando as mãos nos joelhos. “Agora agachadinho, Alex!”, avisou ele, esperando o pai fazer o mesmo. Alex se abaixou junto. Ethan bateu palmas de novo e os dois correram abaixados, os passos soando mais perto do chão. A brisa leve entrava por baixo da camisa de Ethan, refrescando a pele. Ele ria porque as pernas doíam um pouquinho de ficar assim, mas continuava correndo com força até o último cone. No final pararam e Ethan bateu palmas três vezes, animado. “Foi engraçado assim!”, falou, endireitando o corpo devagar. Ele olhou para os brinquedos da pista, moveu um carrinho vermelho que estava um pouco torto e voltou para a largada. O ar úmido deixava a grama ao redor mais verde e macia. Ethan sentiu o coração batendo mais forte depois da corrida e sorriu para Alex, que continuava bem perto.

Ele não quis repetir do mesmo jeito. Ethan virou o corpo para o lado, com um pé na frente do outro. “Agora de lado!”, gritou ele bem alto, já começando a correr de lado pelo chão macio. O som dos passos abafados misturava com a brisa leve que passava, fazendo um barulhinho suave ao redor dos dois. Ethan dava passinhos laterais, sentindo as pernas trabalhando diferente, e olhava de vez em quando para Alex para ter certeza de que o pai estava correndo junto. A pista parecia mais longa quando corria assim. A umidade do ar fazia o rosto dele ficar um pouco úmido, mas ele não parava. Quando chegaram no fim, Ethan riu novamente e bateu palmas uma vez. Ele se ajoelhou rápido, ajeitou um cone que tinha se movido um pouco com o vento e ficou de pé de novo. “Gostou, Alex?”, perguntou, segurando a mão do pai por um segundo antes de soltar. A sensação fresca do ar úmido envolvia os dois enquanto Ethan pensava na próxima corrida. Ele caminhou devagar até o começo da pista outra vez, arrumando mais um carrinho no caminho e sentindo o chão macio sob os pés. A brisa continuava passando leve, balançando as folhas devagar. Ethan estava satisfeito por ter inventado três jeitos diferentes de começar, cada um deixando a brincadeira mais gostosa. Ele parou na largada, respirou o ar úmido e esperou Alex se colocar ao lado para a quarta vez.

Capítulo 4: O Tropeço e o Levantar

Ethan ficou na frente da pista pensando em um jeito novo para começar a quarta corrida. Ele decidiu começar com um pezinho só na frente e o outro um pouco atrás. “Quarta vez com o pezinho assim, Alex!”, disse ele, apontando para os próprios pés e esperando o pai copiar. Alex se colocou perto, sempre do lado. Ethan bateu palmas para dar a largada. Os dois saíram correndo com força pelo chão macio. A brisa leve tocava as costas deles enquanto passavam pelos cones coloridos. De repente Ethan tropeçou no cone que estava um pouco mais alto e sentou no chão com um barulhinho suave. Ele ficou sentado por um segundo, sentiu o chão úmido na roupa e logo se levantou. “De novo!”, falou com voz decidida, arrumando o cone com as duas mãozinhas até ele voltar para o lugar certo. Alex ficou bem perto o tempo todo, sem sair do lado. Ethan limpou a roupa com as mãos, tirando um pouco de terra, e voltou para a largada com um sorriso. Ele escolheu outro jeito de começar, agora pulando uma vez antes de correr. “Agora pulando!”, gritou ele, pulando uma vez e saindo correndo com força ao lado de Alex.

Os passos abafados soavam mais rápidos agora. Ethan corria com as pernas mexendo firme, sentindo a brisa úmida no rosto e o ar entrando rápido no peito. Ele olhava para frente, passando pelos carrinhos da pista um por um. Alex corria junto, perto o bastante para Ethan ver que não estava sozinho. Quando chegaram na linha imaginária no fim da pista, os dois pararam ao mesmo tempo. Ethan bateu palmas de novo e riu, virando para ver o pai. “A gente chegou junto!”, disse ele, ainda respirando um pouco forte. A sensação do chão macio sob os pés era gostosa depois da corrida. Ethan se abaixou devagar, ajeitou mais um cone que tinha virado com o tropeço e ficou de pé de novo. Ele limpou a roupa uma vez mais com as mãos, sentindo o tecido um pouco úmido por causa do ar, e sorriu para Alex. A luz suave da tarde nublada iluminava os brinquedos espalhados. Ethan caminhou até o começo da pista outra vez, pegou um carrinho pequeno que estava fora do lugar e colocou de volta na fila. A brisa leve passava entre eles, fazendo tudo parecer calmo e fresco. Ele ficou ali um momento, sentindo o ar úmido na pele e olhando a pista que tinha criado. Alex continuava bem perto, pronto para o que Ethan quisesse fazer em seguida. Ethan bateu palmas baixinho para si mesmo, satisfeito por ter continuado depois do tropeço e por ter feito a corrida até o fim. Ele ajustou a posição dos pés no chão macio e esperou, sentindo o coração acalmando devagar. A brincadeira ainda podia continuar de um jeito novo.

Capítulo 5: Guardando Juntos e o Suco

Ethan parou depois de cruzar a linha imaginária da quarta corrida, com o peito subindo e descendo devagar. A brisa úmida passou pelo seu rosto e ele olhou para os carrinhos e cones ainda espalhados no chão do parquinho. Pegou um carrinho azul com uma mão só, segurou firme e caminhou até Alex. “Alex, guarda comigo”, falou, estendendo o carrinho para o pai. Alex aceitou o brinquedo e Ethan já se virou para o resto da pista, escolhendo o próximo cone com cuidado para não derrubar nada.

Ele arrumou os cones primeiro, empilhando dois de cada vez em uma pilha baixa perto do banco. Cada cone batia de leve no outro, fazendo um som seco e curto. “Esse aqui vai em cima”, disse apontando para o cone amarelo, e Alex colocou em cima da pilha como Ethan indicou. O menino loiro de olhos azuis sorriu, pegou dois carrinhos de uma vez e os entregou também. A luz suave da tarde nublada deixava as cores dos brinquedos mais vivas, e o ar úmido cheirava a terra molhada e folhas.

Quando só restou um cone torto, Ethan o endireitou com as duas mãozinhas antes de entregar. “Agora o banco”, avisou, correndo devagar até o banco de madeira que ficava ao lado da pista. Ele apontou para o copo de suco de laranja que esperava ali, a casca do copo já um pouco úmida de tanto tempo no ar. “Suco”, disse baixinho, sentando no meio do banco para Alex ter espaço do outro lado. O pai sentou junto, e Ethan esticou as pernas para frente, sentindo o tecido da roupa ainda um pouco sujo da queda da corrida.

Ele pegou o copo com as duas mãos, levou à boca e tomou um gole longo. O suco estava gelado e doce, descendo pela garganta com um gosto forte de laranja. Depois ofereceu o copo para Alex, segurando firme até o pai também beber um pouco. “Mais um gole”, pediu Ethan, recebendo o copo de volta. Eles ficaram assim por um tempo, passando o copo uma vez e outra, sem pressa. A brisa leve balançava as folhas das árvores próximas e tocava a pele dos dois, trazendo frescor depois das corridas.

Ethan encostou o ombro em Alex por um segundo, depois se endireitou e olhou para os brinquedos já guardados ao lado. “Obrigado pela corrida, Alex”, murmurou, a voz baixa e clara. Ele tomou o último gole do suco, guardou o copo no banco e ficou sentado mais um pouco, sentindo a umidade agradável do ar enquanto o parquinho ficava quieto ao redor.

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