Na casa em Balneário Camboriú, Ethan abriu os olhos devagar naquela manhã fresca. Alex estava por perto e o ar frio convidava para algo gostoso. Ele sentia que seria um momento calmo para agradecer e descobrir.
Capítulo 1: Acordando com Vontade de Suco
Ethan abriu os olhos devagar na cama e sentiu o ar fresco entrando pela janela. A luz fraca passava entre as nuvens e deixava a sala mais clara. Ele se mexeu um pouco, esticou os braços e depois sentou na beirada da cama. O chão estava frio nos pés, mas ele não parou. Levantou devagar e olhou para o lado. Alex estava perto, arrumando uma camisa leve. Ethan deu dois passinhos e parou ao lado dele. “Vamos para a cozinha?”, perguntou com voz baixa. Alex pegou a mão dele e os dois caminharam juntos pelo corredor. O vento leve fazia as cortinas balançarem. Ethan sentiu o cheiro de casa nova misturado com o ar fresco da manhã.
Na cozinha, a bancada estava limpa. Ethan soltou a mão de Alex e foi até a bancada. Lá tinha um cesto com laranjas amarelas. Ele parou na frente, olhou as frutas e apontou com o dedinho. “Suco de laranja, por favor”, disse claro. As palavras saíram rápidas e Alex sorriu. Ethan ficou quieto um instante, só olhando. O cheiro cítrico subiu do cesto e encheu o ar fresco. Era um cheiro forte e doce que misturava com a brisa que entrava pela janela aberta. Ele respirou fundo e sorriu. Depois esticou os dois braços e tocou uma laranja. A casca estava firme e um pouco áspera. Ele passou a mão devagar, sentindo o peso.
Alex pegou um pano e limpou a bancada. Ethan continuou olhando as laranjas. Escolheu uma grande, a mais redonda do cesto. Segurou com as duas mãos pequenas e levantou para mostrar. “Essa aqui”, falou. Alex assentiu e colocou a laranja na bancada. Ethan não largou logo. Rolou a fruta devagar com uma mão, vendo ela girar. O movimento fez um barulhinho suave na madeira. Depois ele parou e olhou para o copo que Alex havia posto ao lado. O copo estava vazio e limpo. Ethan tocou a borda com o dedo. “Suco agora”, disse. Alex respondeu com voz calma: “Vamos preparar juntos”. Ethan ficou na ponta dos pés para ver melhor a bancada. O ar continuava fresco e a luz entre as nuvens deixava tudo mais suave.
Ele deu um passo para o lado e pegou uma colher pequena que estava na gaveta aberta. Colocou a colher ao lado da laranja grande. Depois voltou e tocou outra laranja do cesto, só para sentir o cheiro outra vez. O cheiro cítrico voltava toda vez que ele se aproximava. Ethan respirou fundo de novo e repetiu baixinho: “Suco de laranja”. Alex já havia pegado o espremedor e posto na bancada. Ethan observou o objeto e apontou. “Isso faz suco”, disse. Alex confirmou com um aceno. Ethan ficou quieto, olhando o espremedor e a laranja grande que ele mesmo tinha escolhido. O cheiro continuava subindo e o ar fresco da janela batia de leve no rosto dele. Ele deu mais um passinho para perto de Alex e ficou ali, esperando o próximo passo, com a mão ainda perto da laranja.
Capítulo 2: Querendo Saber Como É Feito
Alex pegou a laranja grande e cortou ao meio com cuidado. Ethan ficou em pé na frente da bancada, observando tudo. Ele subiu no banquinho baixo que Alex havia puxado para perto. Daí conseguia ver o espremedor bem de perto. Alex colocou uma metade da laranja no espremedor e começou a girar. O líquido amarelo desceu devagar. Ethan olhou o suco caindo e inclinou a cabeça. “Como faz o suco?”, perguntou com voz curiosa. Alex respondeu simples: “Espremendo a laranja”. Ethan repetiu baixinho: “Espremendo”. Ele continuou olhando o movimento da mão de Alex. O som molhado da laranja sendo espremida fazia “ploc, ploc” no copo.
Depois de um tempo, Ethan desceu do banquinho. Foi até o cesto e escolheu uma laranja pequena, bem menor que a primeira. Segurou com as duas mãos e voltou para a bancada. Colocou a laranja pequena ao lado do espremedor. Olhou para Alex e disse: “Eu quero apertar”. Alex pegou a metade pequena e colocou na mão dele. Ethan apertou com força as duas mãos. O líquido saiu devagar, pingando no copo. Ele sentiu o suco molhar a ponta dos dedos. O cheiro azedinho subiu forte. Ethan riu baixo e cheirou os dedos. “Cheira forte”, falou. Alex deu um paninho para ele limpar. Ethan limpou uma mão, mas deixou a outra com o suco para sentir de novo. O gosto azedinho ficou na pele e ele lambeu o dedo devagar. “Mais”, disse, olhando o copo que já estava meio cheio.
Ele subiu de novo no banquinho para ver melhor. Alex espremia a outra metade. Ethan apontou para o líquido amarelo. “Suco descendo”, falou. Observou o espremedor girando e o som molhado voltando. Depois pegou a laranja pequena que tinha sobrado e apertou de novo, mesmo sem precisar. O suco pingou na bancada. Alex pegou o paninho e limpou. Ethan olhou o paninho e depois olhou o copo. “Quase cheio”, disse. Ele desceu do banquinho outra vez e caminhou até a janela. A brisa fresca entrou e mexeu seu cabelo. Voltou correndo para a bancada e apontou para o copo. “Suco pronto?”, perguntou. Alex respondeu que ainda faltava um pouco. Ethan pegou a colher que tinha trazido antes e mexeu devagar o suco que já estava no copo. O líquido girou e o cheiro cítrico subiu mais forte. Ele parou, cheirou o copo e sorriu. Depois limpou os dedos de novo no paninho e ficou quieto, só olhando o suco amarelo se mexer um pouco. O ar fresco da manhã continuava entrando e o cheiro das laranjas preenchia toda a cozinha.
Capítulo 3: Escorregando e Tentando de Novo
Ethan estava em pé no banquinho baixo na cozinha da casa em Balneário Camboriú, segurando o copo de suco de laranja com as duas mãozinhas. O copo estava frio ao toque e o líquido amarelo cheirava forte. A brisa fresca entrava pela janela e mexia um pouco a cortina. O pai Alex ficou bem pertinho, olhando para ele. Ethan levantou o copo devagar até a boca e tomou um golinho pequeno. O suco geladinho tocou a língua e desceu. Mas o copo escorregou um pouco na mão molhada e algumas gotas caíram, molhando os dedinhos dele. “Escorregou”, disse Ethan com voz baixinha. Ele parou, ficou olhando para a mão e não bebeu mais. O pai Alex pegou um paninho macio que estava dobrado na bancada e estendeu para ele. Ethan segurou o paninho e limpou cada dedo com cuidado, passando devagar até a pele ficar seca. Depois guardou o paninho de volta na bancada, bem certinho. “Agora de novo”, falou Ethan. Ele respirou fundo, ajustou o copo nas mãos e levantou de novo, bem devagar. Tomou outro gole, sentindo o suco frio descer pela garganta sem pressa. O gosto azedinho ficou na boca e ele sorriu pequeno. O pai Alex continuou perto, com a mão apoiada leve no encosto do banquinho. Ethan tomou mais um gole, parando entre um e outro para sentir o líquido fresco. Não escorregou dessa vez. Ele mexeu o copo um pouquinho para equilibrar melhor e bebeu outro gole calmo. A luz entre as nuvens entrava suave e iluminava as laranjas que ainda estavam na bancada. Ethan olhou para elas e tocou de leve em uma, sentindo a casca áspera. “Laranja vira suco gelado”, disse, curioso com a mudança. O ar fresco da manhã batia no rosto dele e fazia a pele arrepiar levemente. Ele tomou mais dois goles devagar, limpando a boca com as costas da mão depois de cada um. Quando parava, observava o nível do suco baixar no copo. O pai Alex pegou uma gotinha que caiu na bancada com o próprio dedo e limpou. Ethan bebeu o resto aos poucos, sentindo cada gole descer e refrescar a garganta. Ele esticou as pernas no banquinho para ficar mais firme e continuou tomando. O cheiro cítrico enchia a cozinha junto com a brisa. Depois de vários goles calmos, o copo estava quase vazio. Ethan colocou o copo na bancada com cuidado, usando as duas mãos. “Bebi tudo sem derramar de novo”, falou com voz alegre. O pai Alex sorriu e ficou ali, dando um tapinha leve no ombro dele. Ethan se sentiu contente por ter parado, limpado e tentado outra vez. Ele tocou no copo vazio, mexeu um pouco e olhou para dentro. A brisa continuava entrando, fresca e suave. Ethan estendeu o braço e encostou de leve na manga do pai Alex, agradecendo sem palavras. Depois falou baixo: “Obrigado pelo paninho”. Ele respirou o ar frio da manhã e sorriu de novo, sentindo que tinha conseguido.
Capítulo 4: Dizendo Obrigado Três Vezes
Depois de deixar o copo na bancada, Ethan olhou para o pai Alex e sorriu bem largo. A luz suave entrava pelas nuvens lá fora e deixava a cozinha clarinha. Ele deu um passo pequeno no banquinho e falou: “Obrigado, pai”. A voz saiu alegre e clara. Depois repetiu mais uma vez, sorrindo ainda mais: “Obrigado, pai”. E falou pela terceira vez, com a mesma voz feliz: “Obrigado, pai”. Ethan estendeu os bracinhos abertos e deu um abraço apertado no pai Alex, encostando o rosto no peito dele. O pai Alex abraçou de volta devagar e Ethan sentiu o carinho quente daquele momento. A brisa fresca ainda entrava pela janela e mexia a cortina. Ethan ficou abraçado um tempinho, sentindo o calor do abraço e o cheiro de laranja que ainda estava no ar. Ele soltou devagar, deu um passo para trás e olhou para o pai. “Suco gostoso”, disse, mostrando gratidão com o sorriso. O pai Alex deu um tapinha leve nas costas dele. Ethan estendeu a mão de novo e segurou a manga do pai por um instante, depois soltou. Ele olhou para as nuvens lá fora e viu a luz passar entre elas. “Dia fresco”, falou baixinho. Ethan voltou a dar outro abraço rápido, sentindo o afeto de estar ali com o pai Alex. Depois se mexeu no banquinho, desceu devagar com a ajuda de uma mão do pai e ficou em pé no chão frio. Ele pegou o copo vazio e levou até a pia, andando devagar. Colocou o copo dentro da pia com cuidado. Voltou para perto do pai e estendeu os bracinhos de novo, dando mais um abraço apertado. “Obrigado de novo”, repetiu em voz baixa. O pai Alex o abraçou e Ethan sentiu o momento calmo e gostoso. A casa em Balneário Camboriú estava silenciosa, só com o som da brisa leve. Ethan respirou fundo o ar fresco, sentindo a gratidão no peito. Ele tocou de leve na bancada onde as laranjas ainda estavam e sorriu. O pai Alex ficou bem perto o tempo todo. Ethan deu um último abraço, mais demorado, e soltou devagar, olhando para o rosto do pai. A luz entre as nuvens ficou um pouco mais clara. Ethan esticou os braços para cima e baixou devagar, sentindo o corpo relaxado depois do suco. Ele ficou ali, pertinho do pai Alex, sentindo o carinho do momento compartilhado enquanto o dia fresco continuava lá fora.