Era uma tarde fresca em Balneário Camboriú. O céu estava todo nublado e o vento soprava devagar lá fora, trazendo uma sensação gostosa de calma para dentro de casa. Ethan se sentia leve e tranquilo, com o corpo bem relaxado.
Seu pai Alex estava por perto, pronto para dividir um momento calmo com ele.
Capítulo 1: O Pedido de Suco
Ethan estava sentado no tapete da sala. A tarde estava fresca em Balneário Camboriú. O céu lá fora estava todo coberto por nuvens. O vento soprava devagar e suave pela janela aberta. Ethan sentiu o ar fresco tocar sua pele e o corpo dele ficou leve e relaxado. Ele respirou fundo várias vezes e o ar entrou gostoso no peito. Ethan olhou para os brinquedos espalhados no chão. Ele pegou um carro pequeno com a mão. Girou as rodas uma vez devagar. Depois guardou o carro de volta no lugar com cuidado. Ele se levantou do tapete. Esticou as pernas e olhou ao redor. O pai Alex estava sentado em uma cadeira perto da mesa. Ethan queria tomar suco de laranja. Ele gostava de tomar suco e pensou nisso enquanto olhava para o pai. Com determinação ele começou a caminhar. Deu um passo firme. Depois deu outro passo. Passou perto da janela e parou um segundo. O vento soprou mais uma vez e balançou as cortinas levemente. Ethan sentiu o ar fresco no rosto e isso deixou ele ainda mais tranquilo. Ele continuou andando. Passou pelo sofá grande da sala. Chegou perto do pai Alex. Antes de falar, Ethan tocou de leve o braço do pai com a mão pequena. Ele fez isso para ficar perto da família. Depois falou com voz firme e clara: "Pai, suco de laranja". Levantou o braço e apontou o dedo direto para a porta da cozinha. Ficou ali esperando. O vento continuou a soprar devagar lá fora. Ethan sentiu o ar fresco entrar mais uma vez e tocar sua camisa. Ele não se mexeu. Ficou firme no mesmo lugar. O ar estava a dezoito graus e meio e isso fazia tudo confortável dentro de casa. Ethan respirou o ar fresco de novo e ajustou o pé no chão. Ele olhou para o pai Alex e depois olhou de novo para a cozinha. O pedido estava feito. Ethan mostrou determinação ao esperar sem correr ou desistir. O momento era calmo. Ele sentiu o vento trazer uma sensação boa para dentro da sala. Ethan estava contente por estar com o pai Alex. A família estava junta e isso era importante. Ele mostrou gratidão ao sorrir para o pai e ficar quietinho ao lado dele. Ethan moveu os dedos da mão que apontava e baixou o braço um pouco. Mas continuou no mesmo lugar. O ar fresco tocou seu rosto outra vez. Ele respirou fundo e esperou a resposta. O céu nublado deixava a luz da sala suave e gostosa. Ethan ouviu o som baixo das folhas lá fora que o vento mexia. Ele gostou do som. Ethan deu um passo pequeno para o lado e voltou para perto do pai. Mostrou que não ia desistir do suco. O ar continuava a entrar fresco pela janela. Ethan sentiu o corpo relaxado e contente. Ele ficou ali com o pai Alex, sentindo o vento suave e esperando com calma.
Capítulo 2: Preparando o Momento
O pai Alex se levantou da cadeira devagar. Ethan ficou olhando enquanto o pai andava até a cozinha. O vento soprava ainda suave pela janela da sala. Ethan sentiu o ar fresco entrar e tocou a cortina com a mão. Depois ele começou a andar até a mesa. Deu passos pequenos e firmes. Chegou na mesa e parou ao lado de uma cadeira. O pai Alex voltou da cozinha com um copo cheio de suco de laranja. O copo estava gelado e o suco era da cor laranja bem bonita. Ethan olhou para o copo. O pai Alex colocou o copo na mesa com cuidado. Ethan puxou a cadeira com as duas mãos. A cadeira fez um barulhinho no chão. Ele puxou devagar até conseguir espaço. Depois Ethan sentou na cadeira ao lado do pai Alex. Ele ficou bem pertinho. O vento continuava a soprar lá fora e o ar fresco entrava na sala. Ethan esticou os braços e segurou o copo com as duas mãos pequenas. O copo estava frio e tinha um peso fresco e gostoso. Ethan sentiu o frio na palma das mãos. Ele olhou para o suco dentro do copo. O suco balançou um pouquinho. Ethan cheirou o copo e sentiu o cheiro doce. Ele ficou ali sentado segurando o copo com cuidado. O pai Alex estava sentado ao lado dele. Ethan sentiu o calor da família perto. Ele mostrou gratidão ao olhar para o pai e sorrir. Ethan ajustou as mãos no copo. Segurou mais firme. O ar fresco da janela tocou seu rosto de novo. Ethan respirou o ar e o corpo dele ficou ainda mais relaxado. Ele olhou para o suco de laranja e depois olhou para o pai. O momento era calmo e bom. Ethan moveu o copo um pouquinho para perto do corpo. Sentiu o peso fresco da bebida nas mãos. O vento soprou mais uma vez e as cortinas se mexeram levemente. Ethan continuou segurando o copo com as duas mãos. Ele não soltou. Ficou sentadinho na cadeira ao lado do pai Alex. O suco estava pronto para ele tomar. Ethan sentiu o ar fresco entrar mais uma vez e isso deixou ele contente. Ele olhou para o copo e depois para a janela. O céu continuava nublado lá fora. Ethan ajustou a posição no assento da cadeira. O copo continuava frio nas mãos. Ele respirou o ar gostoso da tarde e ficou ali tranquilo ao lado do pai. A família estava junta na mesa. Ethan mostrou que estava grato ao ficar quietinho e segurar o copo com cuidado. O vento suave trouxe uma sensação agradável para dentro da casa. Ethan olhou para o suco de laranja de novo e sentiu o peso fresco nas mãos pequenas. Ele estava pronto para começar a tomar o suco. O ar fresco tocou sua pele e ele respirou fundo. O momento na mesa com o pai Alex era calmo e gostoso. Ethan segurou o copo firme e ficou ali esperando para dar o primeiro gole.
Capítulo 3: O Primeiro Gole
Ethan segurou o copo com as duas mãozinhas e olhou bem para dentro. O suco de laranja estava bem laranja, com pedacinhos pequenos de polpa que subiam e desciam devagar. O vento fresco entrava pela janela da sala e fazia as cortinas brancas se mexerem de leve, como se estivessem dizendo oi. Ethan estava sentado na cadeira ao lado do pai Alex, com os pés balançando no ar. Ele respirou fundo, sentindo o ar fresco no rosto, e trouxe o copo até a boca.
Ele tomou o primeiro gole bem devagar. A bebida desceu fria e doce pela garganta. O gosto era gostoso, como laranja bem madura que ele já havia provado antes no parquinho. Ethan fechou os olhinhos por um segundo, sentindo o frescor na língua e a doçura que ficava na boca. Quando engoliu, ele colocou o copo na mesa com cuidado, olhou para o pai Alex e falou bem clarinho: “Obrigado.”
O vento soprou mais um pouquinho e balançou as cortinas outra vez. Ethan sentiu o corpo tranquilo, como se o vento e o suco juntos deixassem tudo calmo. Ele pegou o copo de novo, girou devagar entre as mãos e observou as bolhinhas que apareciam na superfície. O pai Alex ficou sentado quietinho ao lado, olhando com carinho. Ethan sentiu que era bom estar ali, com o pai por perto, na sala da casa em Balneário Camboriú.
Ele tomou mais um pouquinho do primeiro gole, só para sentir o gosto de novo. O suco estava bem geladinho, e isso fazia o corpo dele ficar ainda mais relaxado. Ethan limpou a boca com o dorso da mão, sorriu de leve e falou outra vez: “Obrigado.” As palavras saíram curtinhas e verdadeiras. Ele olhou para a janela e viu as folhas das plantas lá fora se mexendo devagar com o vento.
O pai Alex empurrou a cadeira um pouco mais perto. Ethan sentiu o calor do braço do pai encostando no dele. O copo ainda estava quase cheio. Ethan colocou as duas mãos em volta dele de novo, sentindo o vidro frio. Ele balançou os pés de leve, batendo o calcanhar na perna da cadeira. O som era baixinho. O vento continuou a soprar suave, e as cortinas se mexeram mais uma vez.
Ethan olhou para o pai Alex e apontou o copo com o dedinho. Depois ele trouxe o copo até a boca de novo, mas só tomou um gole bem pequeno. O gosto doce ficou na língua. Ele engoliu devagar, colocou o copo na mesa e repetiu: “Obrigado.” O momento estava calmo. Ethan sentiu gratidão no peito, mas mostrou só com a palavra e com o jeito de segurar o copo com cuidado.
Ele ajustou o corpo na cadeira, sentando um pouquinho mais reto. O ar fresco da tarde entrava pela janela e tocava sua pele. Ethan respirou fundo outra vez. O pai Alex sorriu de leve. Ethan olhou para o copo, para o pai e de volta para a janela. As cortinas continuavam a dançar devagar com o vento. Ele pegou o copo mais uma vez, só para sentir o peso fresco nas mãos. O primeiro gole já estava quase terminando, mas o gosto ainda estava bom. Ethan falou mais uma vez, bem baixinho: “Obrigado.” O corpo dele ficou leve e contente. O vento soprou outra vez, trazendo mais calma para dentro da sala.
Capítulo 4: Os Goles que se Repetem
Ethan tomou o segundo gole com calma. Ele trouxe o copo até a boca, sorriu antes mesmo de engolir e sentiu o gosto doce ficar ainda mais gostoso na língua. As pedrinhas de polpa tocaram seus lábios. Quando ele colocou o copo na mesa, olhou para o pai Alex e falou com a voz alegre: “Obrigado.” O vento soprou mais forte por um segundo e balançou as cortinas com mais força. Ethan riu baixinho, como se o vento também estivesse dizendo obrigado junto com ele.
Ele pegou o copo de novo e girou devagar, vendo o suco se mexer. O pai Alex ficou ali, sentado ao lado, dividindo o momento. Ethan sentiu que era bom ter o pai por perto. Ele ajustou o copo nas mãos, segurando com firmeza para não derramar nada. O segundo gole tinha deixado a boca dele fresquinha. Ethan limpou o canto dos lábios com o dedo e repetiu: “Obrigado.” As palavras saíram naturais, como se fossem parte do gesto de tomar o suco.
O vento continuou a entrar pela janela. Ethan olhou para fora e viu as folhas das árvores se mexendo. Ele apontou com o dedinho e falou devagar: “Vento faz folhas dançarem.” O pai Alex olhou também. Ethan tomou o terceiro gole. Dessa vez o gosto pareceu ainda mais doce e fresco do que antes. Ele engoliu devagar, sentindo o corpo relaxado na cadeira. Colocou o copo na mesa com cuidado e falou de novo: “Obrigado.”
O momento ficou mais calmo ainda. Ethan balançou os pés de leve, sentindo o chão frio. Ele olhou para o copo quase vazio e viu que restava só um pouco de suco no fundo. Com o dedinho ele mexeu devagar o copo, fazendo o resto do líquido girar. O vento soprou outra vez e as cortinas se mexeram. Ethan apontou mais uma vez para a janela e disse: “Folhas dançando.” Ele sorriu, olhou para o pai Alex e repetiu baixinho: “Obrigado.”
O pai Alex ficou quieto, só dividindo o instante. Ethan sentiu o braço do pai perto do seu e se encostou de leve. O suco tinha deixado ele com sede satisfeita. Ele pegou o copo de novo, só para ver o que restava, e tomou o último restinho bem devagar. O gosto ficou na boca, doce e gostoso. Ethan colocou o copo vazio na mesa, ajustou a posição na cadeira e falou mais uma vez: “Obrigado.”
O vento lá fora continuava suave. Ethan observou as folhas dançando nas árvores e sentiu que o momento estava bom. Ele pegou o copo vazio com as duas mãos, como se ainda quisesse sentir o peso fresco. Depois colocou de volta na mesa e encostou a cabeça no braço do pai Alex. O corpo dele estava tranquilo. O terceiro gole tinha sido o mais calmo de todos. Ethan repetiu uma última vez, com a voz pequena e contente: “Obrigado.” O vento soprou mais uma vez, as cortinas se mexeram devagar e a tarde fresca em Balneário Camboriú ficou ainda mais gostosa dentro da sala.
Capítulo 5: O Final Tranquilo
Ethan olhou para o fundo do copo e viu que o suco tinha acabado. Restavam só umas gotinhas claras grudadas no vidro. Ele inclinou o copo devagar, balançando de um lado para o outro, e as gotinhas escorregaram até se juntarem no centro. Depois colocou o copo na mesa com as duas mãozinhas, bem devagar, para não fazer barulho. O copo tocou a madeira com um som baixinho e parou quieto.
Ele se ajeitou na cadeira e encostou a cabeça no braço do pai Alex. A manga da camisa estava macia e quente. Ethan sentiu o calor subir pelo rosto e pelo cabelo loiro. O vento continuava do lado de fora, soprando devagar contra as janelas, fazendo as folhas das árvores se mexerem com um barulhinho suave. Dentro da sala o ar estava fresco, mas o braço do pai Alex aquecia aquele cantinho.
— Obrigado — disse Ethan, a voz quase um sussurro.
Ele fechou os olhos por um instante, depois abriu de novo só um pouquinho para ver o céu nublado lá fora. As nuvens estavam grossas e brancas, cobrindo tudo. O vento trazia um cheirinho de terra molhada e de folhas. Ethan respirou fundo, sentindo o peito subir e descer calmo. O gosto doce do suco ainda ficava na língua, misturado com o frescor da tarde.
O pai Alex não se mexeu. Ficou sentado ali, quieto, deixando a cabeça pequena de Ethan apoiada no braço dele. Ethan mudou um pouquinho de lugar, arrastando o quadril na cadeira para ficar mais perto. As mãozinhas descansaram no colo, uma sobre a outra. Ele sentiu o corpo leve, como se o vento lá fora tivesse entrado e tirado todo o peso dos bracinhos e das pernas.
— O vento está cantando — falou Ethan baixinho, apontando com um dedo para a janela sem tirar a cabeça do lugar.
Ele escutou mais um pouco. O som do vento parecia uma melodia lenta, subindo e descendo nas cortinas. Ethan sorriu de leve, os olhos semicerrados. O copo vazio estava ali na mesa, ao lado da mão dele, e o suco tomado em três goles deixava uma sensação boa na barriga. Ele respirou mais uma vez, sentindo o cheiro da camisa do pai Alex misturado com o ar fresco que entrava pela janela.
Com cuidado, Ethan esfregou o rosto de leve no braço, sentindo o tecido quente contra a bochecha. O corpo inteiro relaxou. As pernas balançaram devagar sob a mesa, sem pressa. O vento continuou, suave, e as nuvens cobriram o sol de vez em quando, deixando a luz da sala mais suave. Ethan fechou os olhos de novo, devagar, sentindo os cílios tocarem a pele. O coração batia calmo, igual ao vento que soprava lá fora. Ele ficou assim, quietinho, escutando o som da tarde e o calor que vinha do braço do pai Alex, contente por estar ali, junto, depois de tomar o suco gostoso.