História personalizada

A Canção que Ethan Repete

Para Ethan 9 horas atrás

Na noite morna e úmida de Balneário Camboriú, o céu estava meio nublado e quase não tinha vento. Ethan estava de pijama no quarto, com o ar quente tocando sua pele e o travesseiro macio esperando pela hora de dormir.

Ele olhou para Alex e sorriu, pronto para ouvir aquela música especial que os dois gostavam de cantar juntos.

Capítulo 1: Pedindo a Música

Ethan se mexeu devagar no quarto quente de Balneário Camboriú. O ar úmido tocava sua pele mesmo com o céu meio nublado lá fora e quase nenhum vento entrando pela janela. Ele vestia o pijama de tecido leve e subiu na cama devagar, sentindo o lençol macio sob as pernas. Com as duas mãos pequenas, ele pegou o travesseiro e o ajeitou bem alto, empurrando para cima até ficar satisfeito com a altura. Depois encostou o rosto no tecido fresco e ficou quietinho por um instante, respirando o cheirinho limpo do travesseiro.

Alex estava sentado na beira da cama, perto dele, com o olhar calmo e atento. Ethan olhou para o pai e sorriu de leve. Ele virou o corpo um pouco para o lado, observando o quarto todo. No canto, perto da parede, estava o violão de brinquedo com as cordas coloridas. Ethan esticou o braço e apontou direto para o instrumento. Com a voz clara e firme, ele disse: “Pai, canta a canção agora”. As palavras saíram bem devagar, cada uma no seu tempo, como ele gostava de falar quando queria organizar as coisas.

Ele não esperou muito. Desceu da cama com cuidado, pisando no chão quente, e caminhou até o canto. Agachou-se, segurou o violão de brinquedo com as duas mãos e o levantou devagar. O instrumento não era pesado, mas Ethan carregou com atenção, como se fosse algo importante. Voltou para perto da cama, subiu de novo e parou na frente de Alex. Com calma, ele colocou o violão de brinquedo bem no colo do pai, ajustando a posição até ficar reto. Depois deu dois passinhos para trás, sentou-se de pernas cruzadas e observou tudo.

Ethan estendeu a mão e tocou de leve uma das cordas coloridas, fazendo um som bem baixinho. Ele inclinou a cabeça, como se testasse se o som estava bom. Em seguida, arrumou o próprio travesseiro de novo, empurrando um pouquinho mais para o lado, e olhou para Alex com expectativa. O ar quente do quarto fazia sua pele ficar um pouco úmida, mas ele não se incomodou. Ethan pegou o lençol e dobrou uma parte, deixando tudo arrumado do jeitinho que queria. Ele apontou para as mãos de Alex e disse bem baixinho: “Segura assim”. Depois recostou-se no travesseiro alto, sentindo o tecido fresco de novo no rosto.

Ethan ficou olhando o violão por alguns segundos, depois olhou para Alex e esperou. Ele balançou as pernas devagar para cima e para baixo, sentindo a cama mexer um pouquinho. O quarto estava quieto, só se ouvia o som distante de carros lá fora. Ethan respirou fundo, sentindo o ar morno entrar pelo nariz. Ele ajeitou mais uma vez o violão no colo de Alex, empurrando com cuidado para que não escorregasse. Depois colocou as próprias mãos no colo e ficou pronto. O tempo passou devagar enquanto ele organizava cada detalhe pequeno: o travesseiro, o lençol, a posição do violão. Quando tudo estava do jeito certo, Ethan deu um sorrisinho e ficou olhando para Alex, esperando o momento começar.

Capítulo 2: A Primeira Vez Juntos

Ethan bateu palminhas bem devagar, uma de cada vez, fazendo um som suave no quarto. Ele olhou direto para Alex, com os olhos brilhando de expectativa, e começou a cantar o primeiro verso da música especial. A voz pequena dele saiu clara: “Brilha, brilha, estrelinha, lá no céu tão bonitinha”. As palavras saíram uma por uma, repetidas com calma. Alex entrou na música logo depois, acompanhando com a voz mais baixa. Ethan continuou cantando, balançando o corpo de leve para o lado, sentindo a cama mexer debaixo dele.

O ar úmido do quarto tocava seu rosto enquanto ele cantava. Ethan sentiu o calor na pele, mas sorriu mesmo assim. Quando terminaram o verso pela primeira vez, ele parou de cantar e ficou quietinho por um instante. O violão de brinquedo ainda estava no colo de Alex. Ethan olhou para o instrumento, depois para Alex, e deu um sorrisinho largo. Ele ergueu dois dedinhos da mão direita bem devagar, mostrando para o pai, e disse com voz animada: “Mais uma vez”.

Ethan não se mexeu muito. Ele só ajustou a posição das pernas cruzadas, sentindo o lençol sob ele. O ar quente entrava pela janela devagar e ele respirou fundo outra vez. Com as palminhas paradas no colo, ele esperou Alex se preparar. Ethan olhou para as cordas coloridas do violão e tocou uma de leve com a ponta do dedo, fazendo um som bem pequeno. Depois colocou a mão de novo no colo e ficou olhando para Alex, esperando o sinal para recomeçar.

Ele sentiu o cheiro do quarto, um cheiro de tecido limpo e ar morno. Ethan sorriu de novo e balançou a cabeça devagar, como se marcasse o ritmo na mente. O céu lá fora continuava meio nublado, mas dentro do quarto estava tudo calmo. Ethan esticou o braço e ajeitou o travesseiro mais uma vez, só um pouquinho, para ficar mais confortável. Ele olhou para Alex e repetiu baixinho: “Mais uma vez”. As palavras saíram curtinhas e claras.

Ethan ficou sentado bem quietinho, sentindo a umidade na pele e o travesseiro fresco no rosto. Ele observou Alex por alguns segundos, depois bateu palminhas uma vez só, bem leve, como se desse o sinal para continuar. O violão de brinquedo não saiu do lugar. Ethan olhou para as mãos do pai, depois para o próprio colo, e esperou com paciência. O ar do quarto parecia mais quente agora, mas ele não se incomodou. Ele só respirou devagar e ficou pronto para cantar de novo, com o mesmo verso, do mesmo jeito que tinha começado.

Capítulo 3: Mudando a Melodia

Ethan segurou o violão de brinquedo com as duas mãozinhas e colocou de volta no colo do pai Alex, ajustando bem o instrumento para ficar firme. O ar quente do quarto tocava seu pijama leve e ele respirou fundo, sentindo o cheiro de lençol limpo. “Agora a segunda vez”, disse ele com voz clara, batendo palminhas devagar para marcar o ritmo. Alex sorriu e esperou. Ethan começou a cantar o primeiro verso da canção especial, repetindo as palavras com cuidado: “Estrela brilha no céu”. Ele cantou bem devagar, olhando para as próprias mãos no ar enquanto marcava o compasso. Quando chegou na última parte, mudou um pouquinho a melodia, deixando a nota mais baixa e suave, como um sussurro bonito que parecia abraçar o quarto. A cama mexeu de leve sob seu corpo quando ele balançou o quadril para um lado e para outro, sentindo o lençol fresco deslizar. O ar úmido encostou em sua pele e ele sorriu com a sensação gostosa. Ethan parou um segundo, virou o rostinho para Alex e perguntou: “Gostou, pai?”. Alex abriu um sorriso grande e repetiu exatamente a mesma mudança, cantando a última parte mais macia também. Ethan riu baixinho, um risadinha que saiu do peito, e apontou o dedinho para a janela aberta. Do lado de fora, o ar quente entrou devagar, quase sem fazer barulho, movendo só um pouquinho a cortina fina. “Olha, pai, o vento veio ouvir a gente”, disse ele. O pai Alex olhou para a janela e balançou a cabeça, concordando. Ethan pegou o violão de brinquedo de novo, ajeitou as cordas imaginárias com os dedinhos e cantou o verso seguinte, repetindo a melodia nova para mostrar como tinha ficado bonita. Ele balançou o corpo mais uma vez, sentindo a cama responder com um leve rangido, e olhou para Alex para ver se o pai acompanhava. Alex copiou de novo, cantando mais baixo no final, e Ethan bateu palminhas para comemorar. O ar do quarto ficou mais calmo, quase como se a música tivesse pedido para o vento entrar devagarinho. Ethan guardou o violão de brinquedo no colo do pai Alex, deu um tapinha leve no instrumento e disse: “Vamos fazer a terceira vez agora”. Ele olhou para a janela de novo, viu que o ar quente ainda entrava devagar e sorriu, sentindo que a melodia tinha convidado o vento mesmo. O pijama grudou um pouquinho na pele por causa da umidade, mas ele não se importou. Com a mãozinha ainda no violão, Ethan repetiu o primeiro verso baixinho, já ensaiando a mudança que tinha inventado, e esperou Alex começar junto. A cama se moveu de novo quando ele balançou o corpo, e o som da voz dos dois misturou com o barulhinho suave do ar entrando pela janela. Ethan riu mais uma vez, baixinho, e apontou para o violão, como se dissesse que a música estava guardada ali dentro.

Capítulo 4: Agradecendo com o Coração

Ethan cantou a terceira vez mais baixinho que antes, quase sussurrando as palavras da canção especial enquanto olhava para o violão de brinquedo. “Estrela brilha no céu”, repetiu ele devagar, mudando só um pouquinho a voz para ficar bem suave no final. O pai Alex acompanhou no mesmo tom baixo, e o ar quente do quarto tocou os dois enquanto eles cantavam juntos. Ethan balançou o corpo de leve na cama, sentindo o lençol macio sob as pernas e o cheiro de roupa lavada no pijama. Quando a música terminou, ele largou o violão de brinquedo no colo do pai Alex, abriu os bracinhos e deu um abraço apertado, sentindo o tecido da camisa de Alex contra o rosto. O cheiro familiar da roupa do pai entrou no nariz dele, quente e calmo, e Ethan ficou um tempinho assim, respirando devagar. “Obrigado por cantar comigo”, sussurrou ele, a voz saindo miudinha perto do ouvido do pai. Alex passou a mão nas costas de Ethan com carinho, e Ethan ficou mais um pouco abraçado, sentindo a cama mexer só um pouquinho com o movimento. Depois soltou devagar, pegou o travesseiro macio que estava ao lado e ajeitou ele bem no lugar, batendo de leve para ficar fofinho. Ele olhou para o violão de brinquedo no colo do pai Alex, como se quisesse guardar a melodia toda ali dentro do instrumento, e deu um tapinha suave no violão. “A música fica aqui agora”, disse ele. O ar úmido tocou sua pele de novo e Ethan puxou o lençol até o queixo, sentindo o tecido fresco. Ele estendeu a mãozinha e tocou os dedos do pai Alex, apertando de leve, depois fechou os olhos por um segundo e abriu de novo para olhar a janela. O ar quente ainda entrava devagar, quase sem vento, e Ethan sorriu de boca pequena. “Boa noite, pai”, murmurou ele, virando o corpo de lado na cama e ajeitando o travesseiro mais uma vez com a mão. O quarto ficou quietinho, só com o barulhinho distante da noite lá fora. Ethan deu um beijinho de leve no ombro do pai Alex e respirou fundo, sentindo o cheiro da camisa de novo. Ele olhou para o violão de brinquedo mais uma vez, piscou devagar e fechou os olhos, com o corpo relaxando na cama quente. O lençol cobriu ele até o queixo e ele ficou paradinho, ouvindo o próprio coração bater calmo depois da música. O pai Alex ficou perto, em silêncio, e Ethan sentiu a mão do pai descansando de leve na sua perna, dando segurança. Ele moveu os dedinhos para tocar o violão de brinquedo uma última vez antes de dormir, como se confirmasse que a canção estava guardada ali. O ar do quarto ficou mais morno e Ethan respirou devagar, sentindo paz no corpo inteiro enquanto o sono chegava devagarinho.

Capítulo 5: Fechando os Olhinhos

Ethan se virou devagar na cama, encaixando o corpo de lado e sentindo o lençol macio roçar sua pele. Com cuidado, puxou o tecido leve até o queixo, ajustando uma dobra que ficou em cima do ombro. O ar morno do quarto envolvia tudo, úmido e calmo, sem nenhum vento vindo da janela. Ele respirou fundo, cheirando o cheiro limpo do quarto e o perfume suave da camisa de Alex, que ainda estava perto.

Sua mãozinha pequena se esticou devagar e tocou os dedos do pai, sentindo o calor deles. Ethan apertou de leve, uma vez só, como se confirmasse que o pai estava ali. O quarto parecia mais silencioso agora, depois das três vezes da música. Ele abriu e fechou os olhos devagar, deixando as pálpebras descansarem enquanto o ar quente tocava seu rosto. A melodia ainda parecia flutuar ali dentro, com os versos repetidos e a variação suave que ele tinha inventado na segunda vez.

Ethan moveu um pouco o travesseiro para ficar mais confortável e olhou para o violão de brinquedo no chão, ao lado da cama. O instrumento estava quieto, mas ele imaginou o som das cordas de novo, bem baixinho. Respirou mais uma vez, sentindo o peito subir e descer devagar. Seu dedo indicador fez um movimento pequeno, como se marcasse o ritmo da canção que ainda ecoava na cabeça. O quarto continuava quente, mas agora parecia seguro e calmo, com o céu nublado lá fora escondendo as estrelas.

Ele se inclinou um pouquinho mais e deu um beijinho rápido no ombro de Alex, sentindo o tecido da camisa na boca. Depois recostou a cabeça no travesseiro e murmurou baixinho: “Boa noite”. As palavras saíram curtas e suaves, quase cantadas. Ethan fechou os olhos de vez, deixando o corpo afundar na cama. Sua respiração ficou mais lenta, e ele sentiu os dedinhos ainda encostados na mão de Alex.

O quarto ficou bem quietinho. Só se ouvia o som distante de um carro passando longe e o leve roçar do lençol quando Ethan mudou a posição do pé. Ele repetiu mentalmente um pedacinho da música, bem devagar, sem fazer barulho: “Estrela brilha no céu”. A gratidão ficou ali, no jeito como ele tinha agradecido antes e no beijinho que dera agora. Com o corpo relaxado e o ar úmido envolvendo tudo, Ethan deixou a cabeça descansar de verdade, pronto para dormir enquanto a melodia continuava suave dentro dele.

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