Ethan, de três anos, estava no quintal de casa em Balneário Camboriú com o pai Alex. O céu estava bem limpo e uma brisa leve movia as folhas das árvores devagar, deixando o ar fresco e suave ao redor.
Ele segurava a bola nas mãos, sentindo o chão macio sob os pés e o dia quietinho, como se algo gostoso estivesse prestes a começar.
Capítulo 1: A Bola no Quintal
Ethan correu pelo gramado do quintal em Balneário Camboriú. Seus pés tocavam a grama macia, que parecia fresca por causa dos dezessete graus e da brisa leve que soprava devagar. As folhas das árvores faziam um sussurro suave quando o vento de cinco quilômetros por hora passava por elas. O ar cheirava a terra úmida e a algo limpo. Ethan sentiu a vontade de brincar crescer dentro dele e correu mais um pouco, abrindo os braços para sentir o vento no rosto. Ele parou perto da bola que estava no chão, perto de uma árvore pequena. Com as duas mãos ele a pegou, apertando devagar para sentir a textura macia contra a pele. A bola era redonda e boa de segurar, como se pedisse para ser chutada. Ethan ficou ali um instante, olhando ao redor. O quintal era grande, com algumas pedrinhas no canto e o sol fraco iluminando tudo. Ele viu o gol improvisado feito com duas caixas velhas no outro lado, uma de cada lado, formando um espaço vazio no meio. Parou um pouco para escolher o melhor lugar para mirar, inclinando a cabeça e apertando os olhos. Mudou de lugar duas vezes, primeiro um passo para a esquerda, depois um passo para a direita, testando onde ficava melhor. Sentiu a bola ainda nas mãos, quente do sol de antes, e respirou fundo. O pai Alex estava de pé perto da porta da casa, com as mãos nos bolsos, observando tudo sem se mexer muito. Ele disse baixinho: "Pode chutar, filho". A voz dele era calma e chegava clara no ar fresco. Ethan sorriu, abriu a boca mostrando os dentinhos e balançou a cabeça uma vez. Segurou a bola com mais força por um segundo, depois caminhou até o meio do gramado. Ajustou os pés no chão, sentindo a grama entre os dedos. Colocou a bola devagar na frente dele, empurrando um pouquinho para ficar reta. A brisa mexeu seu cabelo e ele riu baixo. Olhou de novo para as caixas velhas, apontou com o dedo e murmurou: "Ali". Ficou parado, pronto para começar, sentindo o corpo firme e a bola esperando no chão. O pai Alex deu um passo pequeno para frente, ainda perto da porta, e Ethan olhou para ele uma vez, sorrindo de novo. Ele mexeu a bola com o pé, só um pouquinho, para testar. A sensação do gramado era boa, fresca e macia. Ethan respirou outra vez, sentindo o ar entrar pelo nariz e sair pela boca. Tudo estava calmo, só o vento leve e o som das folhas. Ele ficou ali, olhando o gol, sentindo que ia chutar com força, o corpo inteiro pronto. O quintal parecia maior agora, cheio de espaço para correr e brincar. Ethan moveu os ombros, sentindo os músculos das pernas firmes. Colocou a mão na bola mais uma vez, só para sentir a textura macia outra vez. Depois recuou um passo pequeno, já pensando no chute que ia dar. O pai Alex continuou olhando, quieto, e o vento continuou a soprar devagar, fazendo tudo parecer fresco e bonito.
Capítulo 2: O Primeiro Chute
Com os pés bem firmes no chão do quintal, Ethan deu um impulso forte na perna direita. Ele chutou a bola com toda a força que tinha nas pernas, sentindo o músculo trabalhar e o corpo inclinar um pouco para frente. A bola saiu rápido, mas foi para o lado, rolando longe até parar perto da cerca de madeira. Ethan não parou nem um segundo. Correu atrás dela sem parar, sentindo o vento fresco no rosto e nas pernas. A brisa de cinco quilômetros por hora tocava sua pele, refrescando enquanto ele corria. O gramado era macio sob seus pés, e ele sentia o cheiro de terra quando passava perto de um lugar mais úmido. Chegou na bola, parou um pouco, se abaixou e agarrou ela com as duas mãos de novo, sentindo a textura macia contra a pele uma vez mais. Virou rápido e voltou correndo até o mesmo lugar onde tinha chutado antes. O coração batia mais forte, mas ele não estava cansado, só mais decidido. Parou no lugar certo, respirando um pouco mais rápido, e olhou para as caixas velhas outra vez. O pai Alex, ainda de pé perto da porta, bateu palmas devagar, fazendo um som suave no ar fresco. Ele disse: "Tenta outra vez". A voz era calma e chegou direto até Ethan. Ethan sorriu de canto de boca, colocou a bola no chão com cuidado, empurrando ela só um pouquinho para ficar reta de novo. Sentiu a grama fria nos joelhos quando se abaixou um segundo para ajustar. Depois ficou de pé, recuando um passo pequeno, já pensando no próximo chute. O vento mexeu as folhas outra vez, fazendo o mesmo sussurro leve. Ethan olhou para a bola, depois para o gol, e moveu os ombros para sentir o corpo forte. Ele deu uma batidinha leve na bola com o pé, só para ver se estava boa. O ar estava fresco, dezessete graus fazendo tudo parecer gostoso para brincar mais. Ethan ficou ali, olhando o quintal, sentindo que ia tentar de novo com mais impulso ainda. O pai Alex não se mexeu, só ficou olhando com atenção. Ethan respirou fundo, sentindo o ar entrar e sair, e colocou a mão na bola mais uma vez, apertando devagar. O sol fraco iluminava as caixas velhas e a grama verde. Ele pensou no chute que ia dar agora, o corpo inteiro pronto, as pernas firmes no chão macio. A brisa continuou a soprar devagar, refrescando seu rosto enquanto ele se preparava para o que vinha depois. Ethan deu um passo para o lado, testando o lugar, e sorriu de novo, sentindo a vontade de continuar crescendo dentro dele. O quintal estava calmo, só o som do vento e o da bola no chão. Ele ficou ali, esperando o momento certo, o corpo mostrando toda a força que tinha para o próximo chute.
Capítulo 3: Tentando com Mais Força
Ethan recuou dois passos no gramado do quintal. Seus pés descalços sentiam a grama macia e fresca por causa dos dezessete graus e da brisa leve que passava devagar. Ele segurou a bola com as duas mãos, olhou para o gol feito com as duas caixas velhas e respirou fundo antes de começar. A brisa de cinco quilômetros por hora balançava as folhas das árvores, fazendo um sussurro suave que Ethan ouvia enquanto se preparava.
Ele deu mais um passo para trás, correu um pouco e chutou com impulso maior do que antes. Suas pernas mostraram toda a força quando o pé acertou a bola com um som firme. A bola saiu rápido, passou rente ao lado do gol e rolou até a grama mais distante, parando perto de uma moita verde. Ethan ficou parado um segundo, vendo a bola longe, mas logo sorriu e não desistiu.
Ele correu atrás da bola sem parar. Seus passos faziam barulhinho na grama fresca enquanto o ar leve tocava seu rosto. Quando chegou perto, Ethan se abaixou, sentiu o cheiro de terra molhada que subia do chão úmido e pegou a bola com as mãos. Ele apertou a bola contra o peito por um instante, depois virou e voltou correndo para o mesmo lugar do quintal. No caminho, ele passou a mão na camisa, limpando um pouco de terra que tinha grudado nos dedos.
O pai Alex ficou olhando tudo e sorriu de leve.
- Quase, Ethan - disse o pai Alex com voz calma e carinhosa.
Ethan parou na frente do gol improvisado, respirou outra vez e posicionou a bola no chão com cuidado. Ele ajustou a bola com o pé, empurrando ela um pouquinho para o lado para ficar bem reta. Depois recuou dois passos de novo, olhou bem para o gol e se preparou para tentar mais uma vez. A brisa continuou a mexer nas folhas, trazendo frescor ao quintal todo. Ethan bateu palminhas uma vez só, como se estivesse contando para si mesmo que ia conseguir. Ele escolheu o lugar exato para correr, sentiu os músculos das pernas prontos e ficou decidido, esperando o momento certo de chutar de novo. O quintal parecia calmo, só com o som suave do vento e os passos pequenos dele se mexendo no lugar.
Capítulo 4: O Acerto e o Riso
Na terceira vez Ethan recuou dois passos, correu um pouco e chutou a bola com força decidida. Suas pernas empurraram com tudo e a bola voou direto, entrando no meio do gol improvisado feito com as duas caixas velhas. O som da bola batendo dentro do gol foi claro e Ethan parou para olhar. Ele riu alto, um riso que saiu do peito, e pulou no mesmo lugar batendo os pés na grama. Depois bateu palmas sozinho, fazendo barulhinho repetido enquanto sorria para o pai Alex.
O pai Alex aplaudiu junto e disse com voz alegre:
- Que golaço.
Ethan pegou a bola de novo com as duas mãos, apertou ela forte e correu até onde o pai Alex estava perto da porta. Ele parou na frente do pai, apontou o dedo para o gol e disse:
- De novo!
A brisa leve de cinco quilômetros por hora continuava a mexer nas folhas das árvores, trazendo frescor ao ar do quintal. Ethan pulou mais uma vez, ainda rindo, e apontou para a bola como se pedisse para repetir a brincadeira agora mesmo. O pai Alex sorriu e bateu palmas devagar. Ethan correu um pouco ao redor do pai, mostrando a bola e voltando para perto do gol, sempre com o mesmo passo rápido. Ele parou, ajustou a bola no chão de novo e olhou para o pai, esperando o sinal para chutar mais uma vez. O quintal estava cheio de ar fresco e o céu limpo deixava tudo suave. Ethan bateu o pé no chão uma vez, riu de novo e ficou pronto, querendo continuar a brincadeira enquanto a brisa mexia nas folhas ao redor deles.