Era uma tarde calma em Balneário Camboriú. O céu ficava levemente acinzentado e uma brisa suave trazia o cheiro fresco do mar. Ethan, o menino de três anos, sentiu o ar macio na pele e sorriu para o pai Alex. Ele queria muito brincar lá fora.
Capítulo 1: O Pedido no Sofá
Ethan estava sentado no sofá da sala, com as perninhas balançando devagar. A janela estava entreaberta e a brisa amena entrava, trazendo o cheiro fresco do mar. Ele sentia o ar macio na pele e olhava para o pai Alex, que descansava sentado na poltrona ao lado. Ethan segurou um carrinho de brinquedo que estava no sofá, empurrou ele para frente e para trás algumas vezes, fazendo barulhinho de motor. Depois deixou o carrinho cair no colo e olhou de novo para a janela, onde as folhas das árvores se mexiam devagar. A tarde estava calma, o céu levemente acinzentado, e Ethan sentiu o corpo querendo se mexer. Ele pulou do sofá com as duas pernas, dando um saltinho firme que fez o sofá tremer um pouquinho. Correu até o pai Alex, parou na frente dele e segurou a mão dele com as duas mãozinhas. “Pai, parquinho agora”, disse Ethan, olhando direto para o rosto do pai. O pai Alex sorriu, fechou o livro que estava lendo e deu um aperto leve na mão de Ethan. “Vamos sim, Ethan. Parquinho agora.” Ethan soltou a mão por um segundo, correu até a porta da sala e pegou os tênis que estavam embaixo do cabide. Sentou no chão, colocou um pé dentro do tênis esquerdo, puxou ele bem até o calcanhar e ajustou o cadarço com os dedinhos. Depois fez o mesmo com o pé direito, empurrando o calcanhar para dentro e batendo o pé no chão duas vezes para ver se estava bom. Levantou sozinho, deu dois pulinhos no lugar para testar e voltou correndo até o pai Alex. Segurou a mão dele de novo e os dois caminharam até a porta da frente. O pai Alex abriu a porta devagar e Ethan sentiu a brisa mais forte entrando. As folhas das árvores na calçada balançavam de um lado para o outro, fazendo um barulhinho suave. Ethan deu um passo para fora, parou na soleira e respirou fundo, sentindo o ar fresco no nariz. “Vento bom”, falou ele, apontando para as árvores com o dedinho livre. O pai Alex acenou com a cabeça e fechou a porta atrás deles. Ethan puxou a mão do pai um pouquinho mais para frente, querendo andar mais rápido. No caminho, ele parou para olhar uma folha caída no chão, pegou ela com cuidado e entregou para o pai Alex guardar no bolso. Depois continuou andando, sentindo as pernas leves e o corpo todo acordado. A brisa mexia no cabelo dele e Ethan riu baixinho, apertando a mão do pai Alex. Eles passaram por uma árvore grande e Ethan esticou o braço para tocar uma folha que estava baixa. A folha se mexeu com o vento e Ethan soltou ela, olhando para cima para ver as nuvens cinza-claras se movendo devagar. O pai Alex caminhava do lado, sempre perto, e Ethan sentia que estava tudo certo. Quando chegaram perto do portão do parquinho, Ethan já apontava para o escorregador que dava para ver de longe. “Escorregador”, disse ele, puxando a mão do pai com mais força. O pai Alex sorriu de novo e os dois entraram no parquinho juntos, com a brisa ainda soprando suave e o cheiro do mar vindo de trás.
Capítulo 2: Subindo e Descendo no Escorregador
No parquinho, Ethan soltou a mão do pai Alex por um instante e correu reto até o escorregador, parando na frente dos degraus baixos. Ele olhou para cima, viu o pai Alex chegando perto e começou a subir devagar, colocando um pé depois do outro nos degrauzinhos. Chegou no topo, sentou na parte lisa e desceu pela primeira vez, sentindo o vento fresco bater no rosto. Quando chegou embaixo, Ethan riu alto, um riso que saiu bem forte, e bateu palminhas. Levantou rápido, correu de novo até os degraus e subiu do mesmo jeito devagar, segurando a lateral com as mãozinhas. No topo, preparou o corpo, esticou os braços para os lados e desceu pela segunda vez. Dessa vez sentiu o ar fresco entrar bem pelo nariz, fazendo cócegas, e ele abriu a boca num sorrisinho enquanto o vento passava. No chão de novo, Ethan parou um segundo, tocou a lateral do escorregador com a mão, ajustou a posição do tênis e subiu pela terceira vez, mais decidido. No alto, ele se sentou mais para frente e desceu mais rápido, sentindo as pernas firmes e o corpo todo indo junto com o movimento. Chegou embaixo com um sorrisinho, olhou para o pai Alex que estava esperando um pouco mais perto e apontou para cima de novo. Subiu pela quarta vez, subindo um degrau de cada vez com cuidado, sempre sentindo o pai Alex por perto. No topo, Ethan se ajeitou, esticou as perninhas e gritou “vuuu” bem alto enquanto descia. O vento bateu mais forte no rosto dele nessa descida e ele sentiu as pernas quentinhas de tanto subir e descer. Quando parou embaixo, o pai Alex estava ali com a mão estendida. Ethan esticou a mão e tocou a mão do pai, dando um último pulinho no chão. Depois caminhou dois passos até uma árvore pequena que tinha perto do escorregador, se agachou e viu uma formiguinha preta andando devagar na terra. Ficou quietinho olhando, apontou com o dedinho sem tocar e observou o bichinho subir numa folhinha caída. O pai Alex se agachou do lado dele, olhando junto. Ethan ficou mais um tempinho ali, sentindo as pernas um pouco cansadinhas mas o corpo todo animado com o ar fresco. Ele se levantou, segurou a mão do pai Alex de novo e os dois deram uma volta pequena pelo parquinho, passando perto do balanço vazio. Ethan parou, olhou para o balanço, deu um passo na direção dele mas voltou para o lado do pai Alex, apertando a mão. A brisa continuava soprando, mexendo as folhas e trazendo o cheiro do mar. Ethan respirou fundo mais uma vez, sorriu e puxou a mão do pai para o caminho de volta para casa, sentindo as perninhas leves e o peito quentinho de tanta brincadeira.
Capítulo 3: Força nas Perninhas do Balanço
Ethan saiu correndo do escorregador e foi direto para o balanço que ficava do outro lado do parquinho. Ele agarrou as correntes de metal com as duas mãozinhas e subiu no assento de borracha preta, sentando bem no meio com as perninhas penduradas. O vento fresco da tarde amena soprou de leve, trazendo cheiro de mar e mexendo as folhas das árvores ao redor. Ethan olhou para o chão, empurrou com os pés descalços no tênis e começou a balançar. Na primeira vez ele deu um empurrão mais devagar, sentindo as pernas fortes trabalhando para levantar o balanço do chão. O balanço subiu só um pouquinho, mas Ethan já sorriu e parou para olhar o pai Alex que estava perto, de pé ao lado de um banco baixo. "Olha, pai!", disse ele com a voz curta e alegre, apontando para as próprias pernas.
O pai Alex deu um passo mais perto e sorriu de volta, sem tirar os olhos do menino. Ethan empurrou de novo, agora com mais força nas perninhas. As pernas dele, firmes e atléticas, flexionaram e esticaram, fazendo o balanço subir um pouco mais alto. Ele sentiu os músculos das coxas trabalhando, quentinhos por causa do esforço, enquanto o vento batia no rosto e bagunçava seu cabelo loiro. Parou de novo, respirou fundo, olhou para o pai e deu um sorrisinho largo. "Mais alto!", falou, e logo empurrou o chão outra vez. Dessa vez as pernas empurraram forte, duas vezes seguidas, e o balanço subiu mais, balançando para frente e para trás com um barulhinho suave das correntes. Ethan riu baixo, ajustou a posição dos pés no chão e tentou de novo, sentindo o corpo todo ativo e animado.
Ele repetiu o movimento várias vezes, cada vez sentindo mais as pernas fortes. Na terceira tentativa, Ethan parou no meio do balanço, olhou bem para o pai Alex e disse "Viu, pai? Eu empurro!". O pai Alex deu dois palminhas leves e respondeu "Isso, Ethan, bem forte". O menino sorriu, mudou um pouco o jeito de apoiar os pés e deu outro empurrão, agora sentindo o vento entrar mais pelo nariz enquanto subia. As nuvens cinzentinhas no céu pareciam acompanhar o movimento lento do balanço. Ethan parou, esticou uma perna para ajustar o tênis que tinha escorregado um pouquinho, e recomeçou. Sentiu o corpo cansado de um jeito bom, as pernas quentes do esforço, mas continuou porque gostava de sentir a força. O pai Alex ficou sempre por perto, uma mão descansando no encosto do banco, pronto para ajudar se precisasse.
Ethan deu mais um empurrão grande, as pernas fortes esticando bem, e o balanço foi mais alto que antes. Ele parou de novo, olhou para o pai, sorriu e falou "Uma vez mais". Empurrou o chão com cuidado, sentindo cada músculo da perna trabalhar, o vento fresco passando pelas orelhas e o cheiro do mar misturado com a grama do parquinho. Depois de mais dois movimentos, Ethan saltou do balanço com os dois pés juntos, aterrissando firme no chão macio. Ele ficou em pé por um segundo, respirando um pouco rápido, sentindo as pernas ainda vibrando do esforço, e olhou ao redor procurando o que fazer em seguida. O pai Alex deu a mão para ele segurar e caminhou junto quando Ethan começou a andar devagar para perto de uma árvore baixa que ficava ao lado do balanço.
Capítulo 4: A Formiguinha Curiosa
Depois de pular do balanço, Ethan soltou a mão do pai Alex por um instante e caminhou até a árvore que ficava bem do lado. Ele se agachou devagar no chão de terra batida, apoiando as mãos nos joelhos para ficar mais baixo. Logo viu uma formiguinha preta pequena andando em linha reta no chão, carregando uma folhinha seca maior que ela. O vento ameno da tarde soprava de leve, fazendo as folhas da árvore mexerem por cima da cabeça dele e trazendo aquele cheiro fresco do mar misturado com terra. Ethan ficou bem quietinho, sem mexer um músculo, só observando com os olhos bem abertos. Ele esticou o dedinho indicador e apontou para a formiguinha, quase tocando o ar acima dela, mas sem encostar. "Formiguinha", disse baixinho, a voz curta e curiosa, repetindo a palavra uma vez.
O pai Alex se agachou ao lado dele devagar, dobrando os joelhos para ficar na mesma altura, sempre perto o bastante para vigiar. Ethan não tirava os olhos do bichinho. A formiguinha andou mais um pouquinho, parou, mudou de direção e começou a subir numa folha verde que estava caída no chão. Ethan respirou fundo, ainda agachado, e ajustou o corpo para ficar mais confortável, tirando um pedacinho de terra do tênis com a outra mão. Ele viu a formiguinha subir devagar pela borda da folha, as perninhas fininhas trabalhando sem parar. Ethan sorriu de canto de boca, apontou de novo e falou "Olha, pai, ela sobe". O pai Alex ficou em silêncio, só assentindo com a cabeça, deixando o menino observar em paz.
Ethan continuou quieto por um tempinho, sentindo o chão fresco debaixo dos tênis e o vento mexendo seu cabelo loiro. A formiguinha chegou no meio da folha e parou, como se descansasse. Ethan inclinou a cabeça um pouco para ver melhor, sem se mexer muito, os olhos bem abertos e brilhando de curiosidade. Ele apontou mais uma vez com o dedinho e disse "Não toca". O pai Alex respondeu baixinho "Isso, só olha", e ficou agachado ali do lado, uma mão apoiada no chão para equilibrar. Ethan mudou de posição devagar, tirou uma pedrinha pequena do caminho para a formiguinha não tropeçar, mas sem encostar no bichinho. A formiguinha continuou subindo até o topo da folha, balançando um pouquinho com a brisa.
Ethan ficou mais um pouco observando, sentindo as pernas ainda um pouco cansadas do balanço, mas o corpo inteiro satisfeito por ter brincado tanto. Ele respirou o ar ameno de 22 graus, cheirando a mar e grama, e deu um sorrisinho quando a formiguinha desceu da folha e seguiu seu caminho na terra. O pai Alex se levantou devagar e estendeu a mão. Ethan pegou a mão do pai Alex, ficou em pé, olhou uma última vez para o chão e começou a caminhar de volta pelo parquinho. Ele guardou na cabeça a imagem da formiguinha subindo e desceu o caminho de volta para casa, sentindo as pernas atléticas cansadinhas mas o corpo feliz e animado depois de tanta brincadeira.
Capítulo 5: Caminho de Volta com o Corpo Feliz
Ethan se levantou devagar do chão de terra, ainda olhando a formiguinha subir na folha. Ele virou o rostinho para o pai Alex, esticou o bracinho e segurou a mão dele com força. “Vamos pra casa agora”, falou baixinho, dando um passinho na direção do caminho. Alex apertou a mão de volta e eles começaram a andar juntos pela calçada do parquinho.
A brisa amena tocava o cabelo loiro de Ethan, trazendo cheiro de mar. Ele sentia as perninhas um pouco pesadas depois de tanto subir, descer e empurrar o balanço, mas continuava dando passinhos largos como quem corre no futebol. A cada três passos ele parava, olhava para uma folha que voava no vento e apontava. “Olha, vento”, disse, rindo. O pai Alex caminhava devagar ao lado, deixando Ethan escolher o ritmo. Quando passavam por uma árvore, Ethan soltava a mão por um segundo, tocava a casca áspera e voltava correndo para segurar de novo. As nuvens cinzentinhas moviam devagar no céu, e o ar fresco entrava pelo nariz dele, fazendo o corpo todo acordado mesmo com as pernas cansadinhas.
Chegaram na porta de casa. Ethan soltou a mão do pai, sentou no degrau e puxou os tênis sozinho. Um de cada vez. Ele os colocou lado a lado na prateleira baixa, bem arrumadinhos como sempre fazia depois de brincar. “Pronto”, falou, batendo palminhas na própria perna. As pernas doíam um pouquinho, mas ele pulou para cima de novo e correu pelo corredor até a cozinha, os pezinhos descalços fazendo barulhinho no chão.
Na cozinha, Ethan parou na frente da geladeira branca e apontou para a prateleira do meio. “Suco laranja!”, pediu, quase pulando. Alex abriu a porta, pegou a jarra gelada e serviu dois copos pequenos. Ethan pegou o dele com as duas mãozinhas, sentou no banquinho baixo e tomou um gole longo. O suco estava doce e frio, descendo pela garganta e deixando a barriga fresca. Ele balançou as perninhas para frente e para trás devagar, sentindo os músculos relaxarem depois de tanto esforço no balanço e no escorregador. O corpo ainda estava animado, como se quisesse contar tudo de novo: o vento no rosto quatro vezes, as pernas fortes empurrando, a formiguinha subindo sem pressa.
Ele tomou mais um golinho, olhou para o pai Alex sentado ao lado e sorriu. “Parquinho bom”, disse, limpando o bigodinho de suco com o dorso da mão. Depois colocou o copo vazio na pia baixinho, sem derramar nada. Ficou um instante quietinho, ouvindo a brisa bater na janela da cozinha, depois correu até a sala, pegou o ursinho de pelúcia que estava no sofá e voltou trazendo ele para perto do pai. Sentou no chão com o ursinho no colo, as pernas esticadas, e ficou olhando o suco restante no copo do pai Alex como quem guarda o gosto gostoso da tarde. O cheiro fresco do mar ainda entrava pela janela entreaberta, misturado com o cheirinho doce do suco. Ethan deu um suspiro contente, abraçou o ursinho e ficou ali, o corpo leve e satisfeito depois de tanto brincar.